<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358</id><updated>2012-02-17T17:35:24.141-08:00</updated><title type='text'>Ronilso.pacheco</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>36</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-6439730400059122816</id><published>2012-02-17T17:33:00.000-08:00</published><updated>2012-02-17T17:35:24.148-08:00</updated><title type='text'>A dimensão ética da espiritualidade do seguimento de Jesus .I</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;O trecho de João 1. 35-39 é uma preciosidade quanto ao convite de Jesus e ao seguimento por aqueles que acolhem o convite. É perturbador saber que esta dimensão relacional e de compromisso entre mestre e discípulo, linda, ao mesmo tempo tão divina e tão humana, tenha se distanciado tanto de muitas de nossas relações como Igreja e servos dos dias de hoje. Mas abaixo, uma tentativa de ao menos lançar luz sobre alguns aspectos tão relevantes do que esta passagem vem nos lembrar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Das muitas questões que saltam aos olhos neste trecho, uma certamente é o caráter da comunhão (que agrega o caráter do relacionamento, da intimidade, do compartilhar), e da responsabilidade a que os discípulos são chamados com o convite de Jesus. A adesão é, e precisa ser, voluntária, mas as responsabilidades que ela abarca são conseqüências impossíveis de serem evitadas. Toda escolha traz uma conseqüência, e os discípulos sabiam disso. “&lt;i&gt;Onde moras”,&lt;/i&gt; era o que eles queriam saber, apenas para ir, porque entenderem em Jesus aquele a quem deveriam seguir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Gustavo Gutiérrez vai chamar a atenção para o fato de que o &lt;i&gt;“seguimento de Jesus não é uma questão individual. Trata-se de uma aventura coletiva. (...) Encontro realizado em comunidade: ‘Encontramos o Messias’&lt;/i&gt;. Os primeiros discípulos de Jesus formam, com aqueles que virão, um núcleo modelar para o exercício e o ensino do relacionamento orientado pelo Mestre, e ali as responsabilidades de comunhão e cuidado caminham juntas. Não cuidado individualista, mas partilhado, aprenderão, e ensinarão, uma vida que inclui o outro, o chamado para uma vida aberta ao outro ao ser aberta para Cristo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Ele acampa entre nós, e, portanto conhece nossa história, conhece nossos desafios, presencia que o rumo de nossa trajetória neste mundo é o medo e o individualismo, a auto preservação, um se fechar em si mesmo, uma competitividade que não se abre a solidariedade, um exercício de uma liberdade perniciosa, que sufoca a liberdade do outro. Os discípulos permanecem com Jesus, e ao longo do caminho, vão aprendendo essa entrega, uma entrega que vai até às últimas conseqüências, com a vida se for possível. Gutiérrez faz questão de lembrar essa entrega (“&lt;i&gt;ninguém me tira a vida, sou eu quem a dá”&lt;/i&gt; – Jo.10, 18), desta “&lt;i&gt;livre determinação de entregar sua vida em solidariedade para com os que se encontram sob o jugo da morte”&lt;/i&gt;, desta liberdade que é oferecida e razão de existir em função do outro. O chamado de Jesus é entendido pelos discípulos como um chamado a libertação e para uma vida de liberdade, mas esta liberdade não se referencia pela concepção de liberdade que o mundo construiu, mas sim, como Paulo bem aprendeu, e recomendou em Gl. 5, 13-14, uma liberdade que se lança para fora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;É um itinerário que sai em busca e se oferece para ser encontrado. Jesus não parou para convencer André e o outro discípulo, ele passava, e coube a João Batista apontá-lo e indicar aos seus discípulos que eles buscavam o “Cordeiro de Deus”, e eles tinham a oportunidade de segui-lo agora. Na realidade e na história estão este morar, onde a “salvação” quer “permanecer”. Diz Edward Schillebeeckx:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:70.9pt;text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;“Salvação-vinda-de-Deus realiza-se em primeiro lugar na realidade mundana da história e não primariamente na consciência dos crentes, que sabem dela. (...) A história dos homens, a vida dos homens em sua relação mútua, é o lugar em que se realiza o processo de salvação ou não-salvação”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Portanto é importante entender a vocação e o chamado de Jesus não para uma vida contemplativa que implica em desfrutar das “benesses” do Mestre em sua satisfação pessoal-individual, mas sim na construção de uma caminhada comum, que ensina o homem a viver, sobretudo a viver com o outro. Aqui cabe dizer que neste itinerário proposto por Jesus, é espaço confortável para a solidariedade. Os discípulos precisavam entender: &lt;b&gt;&lt;i&gt;seguir Jesus era deixar rastros de solidariedade por onde passavam&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-6439730400059122816?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/6439730400059122816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=6439730400059122816' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/6439730400059122816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/6439730400059122816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2012/02/dimensao-etica-da-espiritualidade-do_17.html' title='A dimensão ética da espiritualidade do seguimento de Jesus .I'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-8268863562139945459</id><published>2012-02-17T17:32:00.000-08:00</published><updated>2012-02-17T17:33:18.161-08:00</updated><title type='text'>A dimensão ética da espiritualidade do seguimento de Jesus .II</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;O convite à (re)pensar o lugar da solidariedade no itinerário do mundo social é um convite a estar atento para o distanciamento e o fracionamento das relações e disposição em servir. Os discípulos foram logo avisados que seriam maiores quanto mais servissem, quanto mais “desconfortáveis” na posição de lutarem por eles mesmos, disputando um lugar ao sol com o seu próximo. A solidariedade é artigo raro no mundo atual. Os discípulos de Jesus a alcançaram ao se deixarem “serem afetados”, são alcançados pela afetividade, ao permanecerem com Jesus, que não se omite, se deixa afetar, se envolve, oferecendo a si mesmo como um lugar de descanso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;A ausência da solidariedade levanta questionamentos nos pensadores, observadores do mundo moderno, que reconhecem as lacunas impossíveis de serem preenchidas se não for por ela. Bastaria apenas citar um observador com a nobreza e a repercussão de um Zygmunt Bauman:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:70.9pt;text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;“A uma sina comum bastaria a &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;tolerância&lt;i&gt; mútua; o destino comum requer &lt;/i&gt;solidariedade&lt;i&gt;. O direito do outro à sua estranheza é a única maneira pela qual meu próprio direito pode expressar-se, estabelecer-se e defender-se. É pelo direito do outro que o meu direito se coloca. ‘Ser responsável pelo Outro’ e ’ser responsável por mim mesmo’ vêm a ser a mesma coisa.”&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;O filósofo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:115%;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt; Emmanuel Lévinas tem o mérito de propor o “eu” como uma morada, e aqui nos serve refletir sobre a pergunta dos discípulos sobre a morada de Jesus. Usando a “ótica” de Lévinas, os discípulos perguntam a Jesus: “&lt;i&gt;onde moras”&lt;/i&gt;, ao que Jesus responde &lt;i&gt;“vinde e vereis”&lt;/i&gt;. Pensando assim, a resposta de Jesus não poderia ser outra. Se o “eu” pode ser entendido como morada, Jesus não “reside” em si mesmo (de si mesmo ele esvaziou-se), o “eu” de Jesus está entregue, aberto para quem quiser vir, alcançar a luz, que é vida, conhecer a verdade que liberta. O “eu” de Jesus se dispõe a servir, a se relacionar e a ensinar como se relaciona, caminha na história humana, nos alcança, Ele passa, e nós devemos segui-lo, para aprender com ele e com ele permanecer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Lembra Ozanan Carrara que, para Lévinas, “&lt;i&gt;diante da fragilidade do outro, ele é expulso do ser, ele se sente mal em sua pele, e questionado em sua perseverança no ser, é impedido de repousar em si, e constrangido a se desprender de si (...)”&lt;/i&gt;. Isso apenas para nos ajudar a entender, sob outra perspectiva, que o seguimento de Jesus requer, necessariamente, que o outro esteja incluído. Ninguém segue ao Mestre objetivando as “benesses” que pode receber e para a sua realização individual. O Messias veio, também, para trazer a sua libertação de nossas “prisões” do mundo egoísta, da caminhada solitária e infeliz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Todos somos chamados para esta caminhada, para este permanecer, como sendo a maior experiência de espiritualidade e vivência, que podemos alcançar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-8268863562139945459?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/8268863562139945459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=8268863562139945459' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/8268863562139945459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/8268863562139945459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2012/02/dimensao-etica-da-espiritualidade-do.html' title='A dimensão ética da espiritualidade do seguimento de Jesus .II'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-2482415586249985819</id><published>2012-02-17T17:08:00.004-08:00</published><updated>2012-02-17T17:30:19.492-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="text-align: justify; font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="text-align: justify; font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;“Os guaraos, que habitam os subúrbios do Paraíso Terrestre, chamam o arco-íris de serpente de colares e de mar de cima do céu. O raio é &lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: justify; font-size: 14pt; line-height: 115%; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;o &lt;i&gt;resplendor da chuva&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: justify; font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;. O amigo, &lt;/span&gt;&lt;i style="text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;meu outro coração&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="text-align: justify; font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;. A alma, &lt;/span&gt;&lt;i style="text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height: 115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;o sol do peito&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="text-align: justify; font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;. A coruja, &lt;/span&gt;&lt;i style="text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size: 14.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;o amo da noite escura&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="text-align: justify; font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;. Para dizer ‘bengala’, dizem &lt;/span&gt;&lt;i style="text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;mso-bidi-font-size: 12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;neto contínuo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="text-align: justify; font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;, e para dizer ‘perdôo’, dizem &lt;/span&gt;&lt;i style="text-align: justify; "&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;esqueço&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="text-align: justify; font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Extraído do livro Memórias do Fogo vol. 1, Os Nascimentos, de Eduardo Galeano&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-2482415586249985819?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/2482415586249985819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=2482415586249985819' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/2482415586249985819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/2482415586249985819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2012/02/lingua-do-paraiso.html' title=''/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-1285452113015017333</id><published>2012-02-17T16:56:00.000-08:00</published><updated>2012-02-17T16:59:18.146-08:00</updated><title type='text'>Os deserdados do êxodo...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;“But i still haven’t found&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;What I’m looking for”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;U2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Muito já se tem falado sobre esta nova classe de cristãos protestantes que emerge com cada vez mais força e destaque nas pesquisas sociais quantitativas que têm sido desenvolvidas em território brasileiro, os protestantes, ou evangélicos, não praticantes. Parece que líderes e igrejas se assustam com a possibilidade de crescimento deste grupo que parece querer seguir o seu próprio caminho. Mas parece ser oportuna também a música da banda irlandesa U2, em que Bono Vox canta: “&lt;i&gt;mas eu ainda não encontrei o que estou procurando”&lt;/i&gt;. Então, eles partiram rumo ao deserto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Ao que tudo indica, um número cada vez maior de pessoas não parece sentir-se representado por seus líderes ou as instituições eclesiásticas que haviam escolhido. Partiram então para o seu próprio deserto, e  num novo êxodo, procuram seguir e ouvir a voz que clama no deserto, e parece não ser ouvida fora dele. E eles partiram rumo ao deserto. Ao que parece, a força da realidade cotidiana é tão maior quanto o mundo de promessas, de bênçãos prometidas “em nome de Jesus”, das vitórias invencíveis, permanentemente presente na vida dos “verdadeiros” servos, das profecias que proclamam uma vitória individual no plano espiritual, mas não fomentam uma vida de solidariedade e cuidado com o outro no plano da dura realidade da vida. E eles partiram rumo ao deserto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt; line-height:115%;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;"&gt;Ao que parece, estes deserdados não estão muito preocupados com a nova classe sociológica que estão construindo, mas sim com uma convicção, um aprendizado e uma busca. A convicção é a de que eles entenderam que dificilmente sobreviverão sem darem a devida atenção às palavras de Jesus, o Cristo libertador. Entenderam que de fato há uma grande possibilidade de viver mais e melhor e não ser engolido pelas angústias de nossas lutas diárias, se levarmos a sério que devemos chorar com os que choram, ter fome de justiça, sermos misericordiosos e pacificadores, e tudo isso não em congregações somente, mas na dimensão global da vida. O aprendizado é que eles, muitas vezes, não alcançaram isso devidamente entre as quatro paredes que freqüentavam, alguma coisa não batia, alguma referência se perdeu. E a busca é esta que continua, alcançar a voz que clama, ouvir o que ela diz, viver o que ela prega, ir onde ela chama. Então eles partiram rumo ao deserto, e parece que ouvir o que eles têm a dizer poderá ajudar a quem quiser buscá-los, abraçá-los ou segui-los. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-1285452113015017333?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/1285452113015017333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=1285452113015017333' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/1285452113015017333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/1285452113015017333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2012/02/os-deserdados-do-exodo.html' title='Os deserdados do êxodo...'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-4361770626233724337</id><published>2011-11-17T13:40:00.000-08:00</published><updated>2011-11-17T13:41:43.854-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.joildo.net/wp-content/photos/charges/dp_charge_25_10_2010b_72.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 480px; height: 316px;" src="http://www.joildo.net/wp-content/photos/charges/dp_charge_25_10_2010b_72.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-4361770626233724337?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/4361770626233724337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=4361770626233724337' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/4361770626233724337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/4361770626233724337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2011/11/blog-post.html' title=''/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-402890624908780912</id><published>2011-11-17T13:24:00.000-08:00</published><updated>2011-11-17T13:39:23.730-08:00</updated><title type='text'>Com o Euro manchado e o Orgulho ferido</title><content type='html'>&lt;a href="http://app.todarede.com/sendbox/imagex2.0/?width=500&amp;amp;image=q6Lublq4xnfLPeHIuXQMcMXdaZIgzJn9EBaFRaRh&amp;amp;idc=S3D443K362K5J5K1Z90ED3I8U764T89OX9008238C" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 245px;" src="http://app.todarede.com/sendbox/imagex2.0/?width=500&amp;amp;image=q6Lublq4xnfLPeHIuXQMcMXdaZIgzJn9EBaFRaRh&amp;amp;idc=S3D443K362K5J5K1Z90ED3I8U764T89OX9008238C" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De maneira cada vez mais veloz a Europa vai se tornando um assombro, fragilizada pela e corroída por uma crise que persiste, sem solução, e sem condições de, ao contrário do que espera seus líderes, permitir a recuperação simultânea de todos os integrantes da zona do Euro, sem prejudicar os que ainda resistem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas enquanto este dilema permanece preenchendo as páginas da imprensa internacional, voltada para o esfacelamento econômico da Grécia e o vexame moral da Itália com a queda de seu "imperador", o cotidiano é cada vez mais árduo e penoso para o cidadão europeu comum. A realidade do desemprego, que avança como uma onda tissunâmica, é agora acompanhada de condição de pobreza e miséria que fere o orgulho europeu, terra do "berm-estar social".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-402890624908780912?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/402890624908780912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=402890624908780912' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/402890624908780912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/402890624908780912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2011/11/com-o-euro-manchado-e-o-orgulho-ferido.html' title='Com o Euro manchado e o Orgulho ferido'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-8702298970479299938</id><published>2011-11-17T04:16:00.000-08:00</published><updated>2011-11-17T04:45:49.184-08:00</updated><title type='text'>Mais estratégia, menos ética, por favor...</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.poracaso.com/wp-content/uploads/2009/06/image-884.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 550px; height: 427px;" src="http://www.poracaso.com/wp-content/uploads/2009/06/image-884.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;E lá se vai (embora até o momento não concretizado) mais um ministro do governo Dilma, para euforia da oposição e desespero de seus aliados, que vão presenciando a desconstrução sistemática do ciclo de poder original montado por ela.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;apego ao poder&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;O caso do ministro Carlos Lupi repete a lógica de todos os acusados que vieram abaixo até aqui: primeiro, a acusação; segundo, a reação e o discurso contra o "absurdo" da acusação, acompanhado, é claro, da certeza da inocência; terceiro, a repercussão do caso e o desgaste de ter de lidar com ele; quarto, cogita-se a renúncia (ou a queda), que é acompanhada, é claro, da negação indiscutível; por fim, o quinto ponto do processo, a renúncia (ou a queda) torna-se ienevitável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;No entanto, o apego ao poder é, para ministros e deputados, tão forte quanto suas convicções de inocência. Nessas horas, partidos pensam como uma espécie de "indivíduo coletivo", ou seja, se um ministro corre o risco de sair, não importa se há outro com competência e idoneidade mais coerente para ocupar o seu lugar, pois neste momento o ministro "é o partido". O acusado deve ficar, independente do que haja, mas se for inevitável sair, é o partido quem decide quem o substituirá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;estratégia sim, ética não&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Portanto, partidos e seus políticos, não pensam eticamente, mas antes, pensam apenas estrategicamente. Vale não dar a oportunidade de que outros ocupem o lugar que é deles "por direito". Como numa espécie de "war da democracia", partidos buscam ocupar territórios que, ao serem conquistados, não devem ser cedidos ou perdidos, mesmo que nitidamente o prejuízo supere qualquer avanço e credibilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;ronilso.pacheco&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-8702298970479299938?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/8702298970479299938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=8702298970479299938' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/8702298970479299938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/8702298970479299938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2011/11/mais-estrategia-menos-etica-por-favor.html' title='Mais estratégia, menos ética, por favor...'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-8019141930682327233</id><published>2008-04-01T05:30:00.000-07:00</published><updated>2008-04-01T05:36:03.009-07:00</updated><title type='text'>O Baque, os Fuzis e os Sonhos</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/R_Ir0NowBaI/AAAAAAAAAGE/iaYEYAOeMBY/s1600-h/protesto+G8+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5184254297070634402" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/R_Ir0NowBaI/AAAAAAAAAGE/iaYEYAOeMBY/s320/protesto+G8+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Rumos de um mundo perdido&lt;br /&gt;De onde nossos sonhos acuados, se vão&lt;br /&gt;Soprados pelo vento, violento, com sua força descomunal&lt;br /&gt;Empurrando para o longínquo, nossas esperanças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o nosso moderno mundo caminha nas trevas&lt;br /&gt;Desesperado, atordoado, desnorteado, cheio de riscos&lt;br /&gt;Em busca de alguma luz, qualquer luz, que faça-nos iluminar&lt;br /&gt;Enquanto olhamos distraídos para o nada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haja luz! Haja luz!&lt;br /&gt;Sem guerra, sem pressa, sem ansiedade de não morrer&lt;br /&gt;Sem ira, sem fúria, sem dor ou temor&lt;br /&gt;Sem qualquer fuga que nos impeça de viver&lt;br /&gt;E é preciso viver, para experimentar a vida com Deus&lt;br /&gt;E é preciso Deus, para experimentar a vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haja luz! Haja luz!&lt;br /&gt;Sem erro, sem peso, sem frustrações por não voar&lt;br /&gt;Sem fardo, sem culpa, sem indiferença ou descrença&lt;br /&gt;Sem a covardia que adia, a capacidade de sonhar&lt;br /&gt;E é preciso sonhar, para alcançar Deus&lt;br /&gt;E é preciso Deus, para alcançar os sonhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nosso desespero nos afronta&lt;br /&gt;Enquanto nós seguimos, seguindo, adiante, esta tensa estrada&lt;br /&gt;Que diga-se de passagem, não nos une, antes, muito mais afasta&lt;br /&gt;Nos distanciando da possibilidade de sermos irmãos e irmãs&lt;br /&gt;E de termos uma só caminhada rumo à eternidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E zomba-se da eternidade como se ela fosse eternamente inalcançável&lt;br /&gt;Como se o finito das quatro paredes do mundo&lt;br /&gt;Fosse de fato a nossa morada em castelo ou masmorra&lt;br /&gt;De onde nem mesmo a mais astuta alegria poderia escapar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhemos para o alto! Vejamos o ar!&lt;br /&gt;Com força, com zelo, com disposição para caminhar&lt;br /&gt;Com fé, com certeza, com humildade e convicção&lt;br /&gt;Com a ousadia que cria, a capacidade de se libertar&lt;br /&gt;Porque é preciso a liberdade, para se expressar Deus&lt;br /&gt;E é preciso Deus, para experimentar a liberdade&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;ronilso pacheco&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-8019141930682327233?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/8019141930682327233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=8019141930682327233' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/8019141930682327233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/8019141930682327233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2008/04/o-baque-os-fuzis-e-os-sonhos.html' title='O Baque, os Fuzis e os Sonhos'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/R_Ir0NowBaI/AAAAAAAAAGE/iaYEYAOeMBY/s72-c/protesto+G8+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-3405730170517096700</id><published>2007-06-10T10:25:00.000-07:00</published><updated>2007-06-10T10:30:36.406-07:00</updated><title type='text'>A Destruição do Passado 2</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Rmw1JgZ_eLI/AAAAAAAAAE8/9KII2cZahF0/s1600-h/dali-salvador-explosion-7600041.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5074489317573753010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Rmw1JgZ_eLI/AAAAAAAAAE8/9KII2cZahF0/s320/dali-salvador-explosion-7600041.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A ubiqüidade do presente permanente que não se transforma em passado, mas é substituído pelo novo presente gerado, empurra a humanidade para a perda da memória coletiva. Todos os fatos do “ontem” perdem sua conexão com o “hoje”, por mais próximo que eles estejam, pois este vínculo foi rompido. O “ontem” não pode servir para explicar o “hoje”, porque este último está constituído das construções de uma realidade que acaba de nascer, cuja informações e linguagens só se encaixam no “agora”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No romance de Carlos Fuentes, a personagem Laura Diaz lia &lt;em&gt;muito antropologia e história antiga do México para compreender o presente que fotografava.&lt;/em&gt; Na letra de Milton Nascimento e Fernando Brant, &lt;em&gt;se muito vale o já feito / mas vale o que será / e o que foi feito / é preciso conhecer / para melhor prosseguir&lt;/em&gt;. Tanto a primeira quanto a segunda citação (em certa medida, até mais a segunda que a primeira), ficaram entrincheiradas na modernidade, pois no momento em que a velocidade destruiu a distância e, conseqüentemente, o vínculo com o passado próximo ou distante, ter referenciais no pretérito se tornou algo como dirimir-se na descontinuidade do “agora”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa descontinuidade também é produto evidente da quantidade de informações. Se a distância já não existe de fato, nada mais separa ou retarda o ir e vir de informações. Este intenso fluxo que percorre o mundo não dá espaço para a reflexão, arremedando a lógica do mercado – também este desprovido dos limites da distância, mas envolvendo uma outra problemática – do mundo contemporâneo. A informação, que é imediata, agora é, consequëntemente descartável, será “destruída” em questão de segundos. O “agora” é a própria informação que se apresenta e evidencia, as referências do agora são as informações, as imagens e as repercussões do atual, do hoje exatamente, e deste modo, é mesmo viável que o “antes” seja empurrado para o esquecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se esta nova lógica rompe – ou ao menos altera de maneira bastante preocupante – as relações humanas, ou a reduz a muito pouco, se o passado se resume a mera e vaga lembrança do que um dia pode ter sido algo, mas que de qualquer forma não serve para explicar o atual, se a localidade é a periferia dos não-extraterritoriais, então é muito viva a inferência de que Fredric Jameson tenha razão: &lt;em&gt;o pós-modernismo é o que se tem quando o processo de modernização está completo e a natureza se foi para sempre.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Ronilso Pacheco&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-3405730170517096700?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/3405730170517096700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=3405730170517096700' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/3405730170517096700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/3405730170517096700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/06/destruio-do-passado-2.html' title='A Destruição do Passado 2'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Rmw1JgZ_eLI/AAAAAAAAAE8/9KII2cZahF0/s72-c/dali-salvador-explosion-7600041.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-2225339076362019482</id><published>2007-06-10T10:20:00.000-07:00</published><updated>2007-06-10T10:33:49.310-07:00</updated><title type='text'>A Destruição do Passado 1</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A popularização da internet obsoletizou, quase que totalmente, as correspondências comuns. Não só. Há um triunfo de um conflito aí. As correspondências respeitavam (estavam evidentemente submissas) as distâncias. Precisavam, como ainda precisam, viajar no tempo e no espaço para alcançar e “aproximar” pessoas. A internet, através do e-mail, não só rompeu este processo, como também pode impor ao homem o “tempo” da máquina. Na verdade, a internet inverteu a lógica do tempo do homem – porque sua massificação a tornou extremamente comum – e jogou a todos dentro de um presente imediato e permanente. Ao que Marc Bloch teria identificado como a &lt;em&gt;categoria da duração&lt;/em&gt;, a comunicação pós-moderna impôs a descontinuidade, o que seria um presente que não cessa diante da sucessão de fatos que se apresentam e estão simultâneamente disponíveis, sem que suas relações entre si sejam necessáriamente levadas em conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para Eric Hobsbawm, &lt;em&gt;quase todos os jovens de hoje crescem numa espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem&lt;/em&gt;. O que o historiador inglês chama de &lt;em&gt;a destruição do passado – ou melhor, dos mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal à das gerações passadas&lt;/em&gt; – irrompe agressivamente à influenciar as relações humanas, os homens com os meios, os meios dentro das estruturas e a interação de tudo isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os dias, milhões de pessoas pelo mundo se dirigem para os seus respectivos trabalhos, não antes de adquirirem seus jornais diários, que darão a elas as informações julgadas interessantes sobre suas respectivas localidades, países e o mundo. Mas estas mesmas pessoas não se encontram mais no tempo do “agora” das informações. Uma outra parcela de cidadão do globo estarão, estes sim, no instante da notícia ao acessarem os sites dos mesmos jornais que aqueles. Neste caso, o tempo que separa a compra do jornal e a chegada ao trabalho dos primeiros, é o tempo que os colocarão inevitavelmente no atraso com relação aos segundos. Para os primeiros, o gerador da informação e da notícia – o objeto noticiado – permaneceu estático, enquanto viajava no tempo/espaço para alcançar seus respectivos receptores. Para os segundos, não existindo a distância e o espaço, o gerador da informação e da notícia permanecem vivos, interagem com seus receptores num ir e vir de reações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Ronils Pacheco&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-2225339076362019482?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/2225339076362019482/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=2225339076362019482' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/2225339076362019482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/2225339076362019482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/06/destruio-do-passado-1.html' title='A Destruição do Passado 1'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-4771047834954333866</id><published>2007-05-21T09:19:00.000-07:00</published><updated>2007-05-21T09:28:28.529-07:00</updated><title type='text'>FALSOS HERÓIS (3)</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;Deus ou os morcegos da caixa de Pandora&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RlHG88n_GUI/AAAAAAAAAE0/1gwtyWj5yOU/s1600-h/quixote+1.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067049806136809794" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RlHG88n_GUI/AAAAAAAAAE0/1gwtyWj5yOU/s400/quixote+1.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Para que ninguém se perca, esclareço rapidamente sobre a lenda de Pandora, da mitologia grega. Uma forma de Zeus impedir que o homem fosse como os deuses, porque Prometeu, havia traído o olimpo, dando ao homem a capacidade de conhecer o fogo, o grande artefato que separava os Deuses dos homens, em conhecimento. Pandora vem a terra para trazer uma armadilha de Zeus, trás uma caixa contendo todas as desgraças possíveis. Pandora encanta Epimeteu, irmão de Prometeu, que recebe a caixa como sendo um presente. Todas aquelas desgraças saltam da caixa. No entanto, havia ali algo que poderia reverter todo aquele quadro, mas Zeus ordena que Pandora feche a caixa, ela o faz rapidamente, sem saber que a única coisa que restou na caixa, foi a solução de grande parte daquelas mazelas, a Esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É talvez a última coisa que tenho a dizer sobre os Heróis, verdadeiros ou falsos, seja lá como cada um pode crer. Porque ninguém é capaz de canalizar, centralizar, representar tanto as esperanças, do que os Heróis. Porque eles sempre aparecem no momento certo, em qualquer lugar, sobre quaisquer circunstâncias. São sempre geniais, salvadores, redentores. Mas o que fazer quando os Heróis são desconstruídos pela força da realidade vigente, quando se tornam, enfim, incapazes de corresponder as esperanças? Mais do que isso, o que fazer quando a esperança parece ter partido, e, se a caixa de Pandora estivesse entre nós, não mais acharíamos o precioso artefato, mas sombras e morcegos que sobrevoam sobre nós, desafiam nossas atitudes, nossa capacidade de reação, nossa disposição de se expor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém diz no ditado popular que a “esperança é a última que morre”. O que para mim é muito difícil de entender, porque se a esperança é a última a morrer, é apenas uma questão de tempo, porque, ainda que seja a última, ela morrerá. Então ela morre ou não morre? Heróis inspiram esperanças, mas o que fazer quando os heróis finalmente deixam de existir? Sim, “finalmente”, porque enquanto eles permanecem colorindo a nossa cabeça, a gente parece que não cresce para trilhar nossos próprios caminhos mediante a nossa capacidade real. Acho que Heróis são uma praga, e acho que nós não precisamos deles, porque eles não servem para nada além desse mundo seguro da infância. Eles não tem nada a dizer para as dificuldades e desafios do nosso mundo desencantado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fundo, os Heróis são tão frágeis como quanto nossa imaginação, eles não respondem nada. Eles ocupam as nossas aspirações, mas eles não podem ser como Deus. Eles canalizam as nossas esperanças, mas eles não são como Deus. Eles desenvolvem grandes poderes (os reais e os imaginários), mas eles não são como Deus. Então eu tenho a impressão que tudo que nos resta, como desde o princípio tem sido, é entender que este mundo desencantado está, dos heróis, das fábulas e dos contos maravilhosos, os morcegos invadiram a caixa de Pandora, mas a esperança está, ainda, refugiada em Deus. E acho até que ela, a esperança, não pode mesmo morrer, a menos que conseguissem matar Aquele que a mantém viva. Heróis são uma praga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Ronilso Pacheco... enfim...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-4771047834954333866?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/4771047834954333866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=4771047834954333866' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/4771047834954333866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/4771047834954333866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/05/falsos-heris-3.html' title='FALSOS HERÓIS (3)'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RlHG88n_GUI/AAAAAAAAAE0/1gwtyWj5yOU/s72-c/quixote+1.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-1795241152041873603</id><published>2007-05-03T03:07:00.000-07:00</published><updated>2007-05-03T05:24:20.408-07:00</updated><title type='text'>FALSOS HERÓIS (2)</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Entre Deus e os "Apanhadores de Sonhos"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Rjm0xZpo6mI/AAAAAAAAAEk/vNAqitW2KE8/s1600-h/blair_bush.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060274417119586914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Rjm0xZpo6mI/AAAAAAAAAEk/vNAqitW2KE8/s320/blair_bush.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://bp0.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Rjm0nZpo6lI/AAAAAAAAAEc/-0x-_zT4rWk/s1600-h/presidentes+latinos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060274245320895058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Rjm0nZpo6lI/AAAAAAAAAEc/-0x-_zT4rWk/s320/presidentes+latinos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Imagino que seja uma agressão para qualquer criança, ter de aceitar que os heróis são irreais, que eles não nos acompanham na vida, quando esta abandona a fase infantil e avança para a adulta, passando pela adolescência e a juventude. É complexo demais para uma criança entender que vamos envelhecer sem eles, mas é evidente que vamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imagem do herói as vezes é mais forte do que a convicção adulta de que eles simplesmente...passam. E por isso, talvez, ele seja tão naturalmente substituído, “reconstruído” para a linguagem adulta, do homem e seu “salvador”, o libertador da aldeia global, digo, da arena global, dos nossos dias sofridos, das nossas injustiças diárias, das nossas guerras iminentes, dos nossos desafios agigantados, e tudo o mais. Então eles são devidamente encarnados, e as imagens de heróis devidamente projetadas. Heróis que são incapazes de voar, a menos que sejam na força super sônica de seus grandes aviões, intangíveis; que não podem lançar um único raio sequer, mas podem destruir uma cidade com o seu poder de decisão, a sua ordem expressa de que “o inimigo deve ser dizimado” e se entenderem que um governo ou um povo é uma ameaça; que não possuem nenhuma palavra mágica, de encantamento, mas tem as palavras certas para realizarem suas estratégias de “intervenção”, como &lt;em&gt;Restore Democracy&lt;/em&gt;, Operação Ajax, Guerra ao Terror, Novo Socialismo, &lt;em&gt;Allied Force&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;El Dorado Canyon&lt;/em&gt; ou Operação Condor; que definitivamente não possuem super força, mas são, indiscutivelmente os homens e mulheres mais poderosos do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim é que, os heróis, estes heróis, permanecem sendo o refúgio de nossas expectativas e esperanças, todas as esperanças dos sonhos que temos, de sobrevivermos todos os dias, sem sabermos por quanto tempo esta terra ainda vai durar. Porque nada mais assustador do que quando heróis lutam entre si, entram em confronto, e os “simples mortais” só podem assistir, e se protegerem da maneira que for possível. Você nunca ficou pensando o que acontecia com a cidade e com as pessoas que acabavam morrendo ou feridas nas batalhas entre heróis e vilões super poderosos? O que acontecia depois que os prédios explodiam, caíam em ruínas, os carros viravam, as pontes rompiam e crateras eram abertas no chão? Provavelmente não, porque o importante ali era o confronto. Mas no nosso mundo real (este mesmo, das nossas injustiças diárias, das nossas guerras iminentes, dos nossos desafios agigantados e tudo o mais), isso faz toda a diferença. Quando nossos “heróis” dialogam, ficamos tensos, o mundo em expectativa. Quando se confrontam, contamos as vítimas, os “simples mortais” que não tiveram escolha, a não ser sofrerem as conseqüências de uma disputa de poder, entre os poderosos. E é assim que eles são os ícones de um estranho messianismo secular. O mundo inteiro, a espera do herói “libertador”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como crer num mundo em que falsos heróis conseguem ter um apelo mais forte do que a possibilidade de se voltar para Deus? Em que o “messianismo secular” é mais assimilado do que necessidade de esperar em Deus? E em que Ele, Deus, é acusado de ser mais fantástico, ausente e irreal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que as respostas partiram junto com a nossa fé.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Ronilso Pacheco... frágil, cristão e desencantado&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-1795241152041873603?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/1795241152041873603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=1795241152041873603' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/1795241152041873603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/1795241152041873603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/05/falsos-heris-2.html' title='FALSOS HERÓIS (2)'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Rjm0xZpo6mI/AAAAAAAAAEk/vNAqitW2KE8/s72-c/blair_bush.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-945307792358114784</id><published>2007-04-28T07:39:00.000-07:00</published><updated>2007-05-03T03:29:30.998-07:00</updated><title type='text'>FALSOS HERÓIS (1)</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#333300;"&gt;&lt;strong&gt;A quem recorreríamos se Deus simplesmente nos deixasse?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RjNknJpo6kI/AAAAAAAAAEU/3EqYskAGVgA/s1600-h/alex+ross+4.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058497430235441730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RjNknJpo6kI/AAAAAAAAAEU/3EqYskAGVgA/s320/alex+ross+4.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;span style="color:#990000;"&gt;Ilustração de Alex Ross para Liga da Justiça &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta é uma pergunta tão difícil de formular quanto de de responder. Primeiro porque a proposta que a pergunta faz, ao exigir uma resposta, é absurda. Se Deus é o limite, é o tudo e o todo, se é mesmo por onde todas as coisas vieram a existir, subsistem ou vão acabar, não é muito relevante pensar em quem poderíamos recorrer, porque se ele realmente partisse, nada restaria para se recorrer, a não ser, é claro, uns aos outros, enquanto desse. Segundo, porque minha consciência cristã quase trava toda a minha capacidade de raciocínio, ao pensar na possibilidade de "Deus partir". Deus parte pra onde? Se partisse, onde é que Ele ficaria? Então, pensar na resposta pode ser um desafio menor do que chegar ao ponto de formular esta pergunta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também há uma outra questão relevante. Muitas pessoas acreditam que Deus já as deixou. Ele não está mais presente, se é que em algum momento realmente esteve. Nunca recorreram a Deus, segundo elas, porque ele nunca foi "real". Então, não podem pensar na possibilidade de viverem um dia sem a "intervenção" de Deus em alguma situação, simplesmente porque ele nunca esteve, o mundo sempre sguiu sozinho, os homens no comando, ditando as regras, fazendo o jogo, decidindo quem joga e como se deve jogar, incluindo e excluindo quem quiser, enfim, o mundo é o mundo e tudo e todos que ele envolve. Portanto, esta pergunta soa até ridícula, "o que nos restaria?".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas contudo, vale a pena o desafio desta especulação. A imaginação da humanidade é recheada de super heróis, eles são o nosso grande subterfúgio, a nossa tergiversação coletiva. Muitas vezes nos acompanham desde a infância, e ainda algumas vezes canalizam as expectativas de um mundo mais seguro. Pois bem, se Deus nos deixasse, super heróis poderiam nos "socorrer". Eles poderiam estar presentes, todos os dias, podiam fazer parte do nosso cotidiano, voando pra lá e pra cá, escalando paredes, saltando de um prédio para o outro, protegendo pessoas inocentes nas guerras urbanas do tráfico, protegendo civis nas guerras militares do oriente médio, salvando vidas nos escombros dos alvos dos ataques terroristas, impedindo mísseis de atingirem escolas, lançando raios nas mãos de um maluco que entrasse armado numa universidade disposto a metralhar todo mundo... os heróis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Num mundo sem Deus, eles fariam muito sucesso, seriam a grande alternativa, caso chegássemos a conclusão de que não poderíamos fazer nada, seríamos impotentes, como hoje somos, diante das adversidades que se agigantam sobre nós, e nós, com a nossa humanidade, somos absolutamente impotentes. Mas o que dói é que eles não são reais, não se aplicam aqui neste mundo da dura realidade. Então, onde Deus é ausente, faz-se necessários os falsos heróis, diversos, ineficazes, mas aliviadores de consciências temerosas e inseguras num mundo de mar tenebroso. Mas, é bom que se diga, nem os heróis vivem para sempre. Má notícia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Ronilso Pacheco... cristão, humano e frágil...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-945307792358114784?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/945307792358114784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=945307792358114784' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/945307792358114784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/945307792358114784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/04/real-e-imaginrio.html' title='FALSOS HERÓIS (1)'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RjNknJpo6kI/AAAAAAAAAEU/3EqYskAGVgA/s72-c/alex+ross+4.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-6010415298668932311</id><published>2007-04-24T03:56:00.000-07:00</published><updated>2007-04-24T03:59:53.370-07:00</updated><title type='text'>???...O Deus da Curiosidade...????</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Ri3ioAWo-QI/AAAAAAAAAEE/ALkGVcFWGak/s1600-h/arte+japonesa+Nahoko+Kimura.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5056947133524539650" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Ri3ioAWo-QI/AAAAAAAAAEE/ALkGVcFWGak/s320/arte+japonesa+Nahoko+Kimura.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; “Porque agora vemos por espelho, em enigma, mas então, veremos face a face; agora conheço em parte, mas então, conhecerei como também sou conhecido.” É assim o versículo 12 do capítulo 13 do livro de 1Coríntios. Estamos vendo por espelho, como um enigma, aliás, em se tratando de Deus, como um grande enigma, daqueles que quebram a nossa cabeça, juntando “as peças”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é assim que minha cabeça não para de viajar enquanto penso, nesse Deus “lúdico” que fomentou em nós a curiosidade, ou a possibilidade de desenvolvermos por Ele, uma imensa curiosidade de saber cada vez mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me de quando lia os romances da Agatha Christie, e acompanhava atento, cheio de atenção, cada página das aventuras do Hercule Poirot. Ou, algumas vezes, o Sherlock Holmes de Conan Doyle. Acontece que naquele momento, eu via a trama como um enigma, queria chegar desesperadamente ao fim dos livros, porque queria saber se estava indo bem, se minha intuição estava certa, queria descobrir afinal de contas o que aconteceu. Tudo podia esperar, principalmente o meu dever de casa. Era assim, pois enquanto estava nas primeiras páginas, ou mesmo no meio do livro, eu só conhecia em parte. Então isso me instigava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora me volto para Deus, novamente. Deus que fomentou em nós esta “curiosidade”. Não me preocupa agora saber como curiosidade está descrita no dicionário, eu vou definir isso como “o instinto do querer saber”. Me parece muito bom. Então Deus nos proporcionou o instinto do querer saber, mas acho que nós proporcionamos a nós mesmos a “limitação e a mediocridade do nosso instinto do querer saber”, porque parece que cada vez mais sabemos menos de Deus e mais sobre tudo. Acho que “não soubemos brincar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que queremos conhecer por completo é tudo o que Deus pode fazer, como ele pode fazer, mediante o que ele pode fazer, de que maneira podemos fazer para reduzir o tempo para que ele faça (sim, porque as vezes Ele demoooora), enfim. Queremos desvendar o enigma do “Deus aplicativo” e nos demonstramos desinteressados no conhecimento do “Deus relacional”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente é uma pena. “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar”. Está aí um bom momento dos filhos terem um momento de lazer, brincando de achar o pai pela casa. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ronilso Pacheco&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-6010415298668932311?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/6010415298668932311/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=6010415298668932311' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/6010415298668932311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/6010415298668932311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/04/o-deus-da-curiosidade.html' title='???...O Deus da Curiosidade...????'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Ri3ioAWo-QI/AAAAAAAAAEE/ALkGVcFWGak/s72-c/arte+japonesa+Nahoko+Kimura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-4859895654382108883</id><published>2007-04-24T03:42:00.000-07:00</published><updated>2007-04-24T03:56:03.215-07:00</updated><title type='text'>OPRESSOCIOECONOMICÍDIO</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;“Mas os primeiros governates que foram antes de mim, oprimiram o povo, tomaram-lhe pão e vinho. Porém eu assim não fiz, por causa do temor de Deus”&lt;br /&gt;                                    Neemias 5:15&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;É mesmo um mundo impossível este nosso&lt;br /&gt;Muitas forças permanecem sobre as nossas cabeças&lt;br /&gt;E seremos até o fim, os súditos do castelo&lt;br /&gt;Foi-se o Reich, permanece o totalitarismo&lt;br /&gt;E é mais do que a Hannah Arendt poderia imaginar&lt;br /&gt;A aldeia global agora é uma vila&lt;br /&gt;E a liberdade do indivíduo bruscamente está tolhida&lt;br /&gt;E a opressão cai esmagadora sobre o povo&lt;br /&gt;Que permanece cego na postura cética&lt;br /&gt;De esperar da esfera do poder a redenção social&lt;br /&gt;Messianismo secular, os tolos somos nós&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os súditos do castelo estão lá fora&lt;br /&gt;Nas ruas de La Paz, Quito e Soweto&lt;br /&gt;Nas avenidas de Jacarta, Nova Delhi e Manágua&lt;br /&gt;Nas favelas de São Paulo e Santiago&lt;br /&gt;Mas também em Praga, Ancara e Bucarest&lt;br /&gt;A exploração do homem sobre o homem&lt;br /&gt;Certamente não estava nos planos de Deus&lt;br /&gt;Há milhões nas ruas, há meia dúzia nos palácios&lt;br /&gt;Está entre o equilíbrio e a cólera&lt;br /&gt;A ditadura do pensamento único&lt;br /&gt;E a democracia (mímica) do circo do poder&lt;br /&gt;Messianismo secular, os tolos somos nós&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem o fim, o fim vem&lt;br /&gt;O mundo está totalmente fora do eixo&lt;br /&gt;E os donos do mundo negam o seu fim&lt;br /&gt;Um país é um negócio, um povo uma mercadoria&lt;br /&gt;É a nova ordem, novo império, novo feudalismo&lt;br /&gt;E a opressão cai esmagadora sobre o povo&lt;br /&gt;O totalitarismo econômico, é mais forte que o bélico&lt;br /&gt;E de punhos cerrados, o povo não clama por Deus&lt;br /&gt;È o messianismo secular, e os tolos somos nós&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Ronilso Pacheco&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-4859895654382108883?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/4859895654382108883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=4859895654382108883' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/4859895654382108883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/4859895654382108883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/04/opressocioeconomicdio.html' title='OPRESSOCIOECONOMICÍDIO'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-7991367410653201564</id><published>2007-04-14T06:18:00.000-07:00</published><updated>2007-04-14T09:53:33.805-07:00</updated><title type='text'>Os Dias como um Martelo...(2): das inerrogações como pedras na estrada</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RiDVH6hwZrI/AAAAAAAAAD8/rANRs3gNH-s/s1600-h/o+F%C3%A1bio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5053273113856337586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RiDVH6hwZrI/AAAAAAAAAD8/rANRs3gNH-s/s320/o+F%C3%A1bio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Nunca uma semana impôs tanto sobre mim o desafio tão grande, nem mesmo exigiu de mim uma maturidade tão consolidada. Nunca fui tão tirado, quase que forçosamente, da dimensão limitada da nossa visão natural e obrigado, querendo ou não, a alcançar a dimensão da eternidade, a qual eu realmente pertenço. Nunca me vi tão obrigado a estar pronto para se posicionar, assimilar, e fazer com que minha assimilação ajudasse outros, próximos ou distantes, a discernirem e assimilarem a mesma situação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Ainda tentando entender e assimilar a perda dos três amigos e irmãos do domingo de páscoa, todos nós tivemos de tomar fôlego e receber a notícia do falecimento do pastor FÁBIO RAMOS DE CARVALHO, nosso amigo, irmão mais velho para alguns, pai para outros, referencial para quase todos, "bispo", "cacatua", figura, etc. Pastor fundador da comunidade cristã Caverna de Adulão, em Belo Horizonte, Fabinho faleceu em Havana, Cuba, vítima de um infarto fulminante, na quinta-feira 12 de Abril.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Mas ao contrário do que possa parecer, não quero "narrar" a vida do Fábio, nem seus feitos (ele não gostaria disso). Mas, se o espaço é pouco, prefiro expor algumas questões que essa perda (?) expõe, e impõe sobre nós (isto sim, pensar, refletir, propor, taí uma coisa que ele gostaria de ver).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Mais uma vez, nos dividimos entre a dor da perda e a alegria de saber para onde ele partiu. Mas afinal de contas, por que estes sentimentos se confundem tanto nessa hora? Por que é preciso um esforço tão grande para entender aquilo que para nós deveria ser tão facilmente compreendido? Por que nossa limitação está tão mais próxima do que insistimos em acreditar que está?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Já ouvi que parte dessa tristeza, além é claro, de saber a falta que nossos irmão farão entre nós, é que nós não fomos feito para a morte... nossa essência é a eternidade. Por isso, a morte nos confronta... seja como for. Cada um de nós gostaria de desfrutar de uma subida com o Senhor, baseada em 1Tessalonicenses 4:16-18. Mas a morte parece a "usurpação" deste "privilégio". Também já me falaram que momentos como este, com esta intensidade, é o único momento em que nós somos "sacudidos" na nossa acomodação nesta terra, na construção de uma vida planejada inconscientemente para ficar aqui. Mas será possível que perderíamos tanto a dimensão das coisas que não se vêem, e são eternas, e nos prendemos nas limitações da realidade naturalmente visível, e são passageiras? Quase todos disseram que Deus está querendo dizer algo... mas o que? O que está sendo dito não está claro, ou a clareza e a simplicidade de como está sendo dito ainda está demasiadamente além do que seria próprio a nossa compreensão?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Nós perdemos um soldado, um dos soldados que estavam a frente, um dos soldados que chegaram a frente de batalha primeiro, antes de muitos de nós. É difícil agora imaginar uma outra forma de tudo isso, ou seja, esse algo que Deus tem a dizer, ser dito de maneira a alcançar tantos irmãos, ministérios, líderes, pessoas que caminham juntas, na visão e nos desafios. Deus não quis dar um toque... quis dar um abalo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Mas afinal de contas, o que vamos fazer diante de tudo isso? O que todo esse abalo vai gerar em nós, na nossa trajetória restante, no caminho dos caminhantes? Por quanto tempo ainda sentiremos a fissura entre a realidade limitada de um mundo em que não cabemos mais e a realidade infinita de um reino que viemos revelar? Um dia, em um outro texto, espero compartilhar das respostas... no momento... só consigo compartilhar das perguntas. E é assim que cada interrogação que se apresenta, tem a mesma semântica das pedras na estrada, as pedras no caminho dos caminhantes. E, ainda como as pedras, alguns chutam, alguns tropeçam, e alguns simplesmente passam por elas, elas são ultrapassadas, elas ficam para trás.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Sentiremos saudades, eu sinto neste momento. As lágrimas do meu coração ainda não secaram totalmente. Mas eu acredito que posso ser um daqueles que seguirão em frente. Ultrapassarei as "pedras interrogativas", e findarei a fissura. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Obrigado Fábio. Aguarde que chegaremos, pois ainda temos algumas coisas para resolver aqui, cooperando com Deus. E fico feliz, de você ter combatido o bom combate.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Ronilso Pacheco... e o coração ainda chora...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-7991367410653201564?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/7991367410653201564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=7991367410653201564' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/7991367410653201564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/7991367410653201564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/04/os-dias-como-um-martelo2-das-inerrogaes.html' title='Os Dias como um Martelo...(2): das inerrogações como pedras na estrada'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RiDVH6hwZrI/AAAAAAAAAD8/rANRs3gNH-s/s72-c/o+F%C3%A1bio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-5761185120606452260</id><published>2007-04-10T07:16:00.000-07:00</published><updated>2007-04-10T07:50:59.478-07:00</updated><title type='text'>Os Dias como um Martelo...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;     Confesso que não gosto de escrever textos muito longos neste blog. Penso em mim mesmo, quando visito blogs, de amigos ou não, que acho interessantes, mas desisto de chegar até o fim porque os textos são gigantes, e quando tem fundo preto e letra branca então, pior. Mas hoje, sinceramente, não estou preocupado com o tamanho deste texto, até onde ele vai, e o quanto vai ser dito. Quero dizer o que quero dizer, sem medidas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Tivemos um fim de semana muito, muito difícil. E tivemos, aqui, não diz respeito a mim e minha esposa tão somente, mas uma enorme quantidade de pessoas, irmãos e irmãs, amigos em todas as partes, extensões humanas dessa família de Deus aqui nesta terra. A notícia de um acidente trágico, recebida as 11:00 do domingo por telefone, era só o início de um dia que traria tanta dor, tanta dificuldade de assimilar sentimentos, equilibrá-los entre a tristeza da perda e a alegria de saber para onde (e principalmente para quem) foi a perda.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Num só dia, numa só manhã, perdemos a "tia" Patrícia, seu futuro esposo (acreditávamos que finalmente seria esse) Hebert Cortez, o "Beberico", e o contagiante Jesus, pastor, diga-se de passagem, e dono de um sorriso  sem igual. Até  o exato momento em que escrevo, o camarada Johab, servo, guerreiro, amor de pessoa e de pai, ainda está em estado grave. Num só dia, numa só manhã. Não imaginava que um único dia podesse ter tanta informação assim. Foi um domingo difícil, um dos mais doloridos da minha vida. Foi uma segunda-feira difícil. Uma das mais difíceis da minha vida. Os dois primeiros dias em que fomos dormir sem a presença de nossos irmãos compartilhadas nessa terra. E a vida segue. E Deus ainda é Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;    Mas quando penso tudo isso, penso de onde eles vieram. Vieram de um momento e oportunidade de compartilhar da visão e das verdades de Deus. Tocaram, cantaram, semearam. Naquela noite de sexta e de sábado, me conforta o fato de saber que alguém, um que seja, ouviu a palavra do Senhor, recebeu um abraço, um sorriso de um dos quatro, e naquele momento, conheceu Deus. Alguém que não foi alcançado pela idéia, mas pelo amor, o que eles tinha demais. Agora, lembro para onde foram, tiveram o privilégio de ir, antes de nós. Danados, chegaram primeiro, era onde no fundo, todos nós gostaríamos de estar. Então escolho isso, e não deixo esta perspectiva, de onde eles vieram e para onde foram, ser ofuscada por um momento, um quadro, uma circunstância. E se me perguntassem qual o fruto deste acidente, trágico como foi, eu levantaria o dedo, diria "eu sou fruto", pois amadureci uns dez anos a frente, na caminhada com o Senhor. Entendendo o seu amor e propósito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;    Então é isso. A vida segue. E Deus ainda é Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;    Mas não vamos "fechar o mundo em nós". No outro carro envolvido havia uma outra família. Outras perdas, outra história de dor, que não conhecemos a fundo. Então eu os incluo no meu luto, na minha lembrança. Não sei nada deles, nada sobre eles, nome, idade, o que faziam, religião, história de vida, o sorriso, o relacionamento, nada. Portanto, não sei de onde vinham, e logo, não sei para onde foram os que partiram. Então eu os incluo no meu luto. E a vida segue.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;    E, é bom que se diga, Deus ainda é Deus!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;    Ronilso Pacheco... e o coração chorando...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-5761185120606452260?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/5761185120606452260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=5761185120606452260' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/5761185120606452260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/5761185120606452260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/04/os-dias-como-um-martelo.html' title='Os Dias como um Martelo...'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-1465260056491056954</id><published>2007-04-10T07:11:00.000-07:00</published><updated>2007-04-10T07:15:29.505-07:00</updated><title type='text'>vozesdaamérica.vozesdaamérica.vozesdaamérica (2)</title><content type='html'>A água perfura a pedra,&lt;br /&gt;o vento dispersa a água,&lt;br /&gt;a pedra detém ao vento.&lt;br /&gt;Água, vento, pedra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vento esculpe a pedra,&lt;br /&gt;a pedra é taça da água,&lt;br /&gt;a água escapa e é vento.&lt;br /&gt;Pedra, vento, água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vento em seus giros canta,&lt;br /&gt;a água ao andar murmura,&lt;br /&gt;a pedra imóvel se cala.&lt;br /&gt;Vento, água, pedra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um é outro e é nenhum:&lt;br /&gt;entre seus nomes vazios&lt;br /&gt;passam e se desvanecem.&lt;br /&gt;Água, pedra, vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;Octávio Paz&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-1465260056491056954?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/1465260056491056954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=1465260056491056954' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/1465260056491056954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/1465260056491056954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/04/vozesdaamricavozesdaamricavozesdaamrica.html' title='vozesdaamérica.vozesdaamérica.vozesdaamérica (2)'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-5690801165791856739</id><published>2007-03-11T07:49:00.000-07:00</published><updated>2007-03-11T08:39:29.212-07:00</updated><title type='text'>O Conto de Sara</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RfQie45Q9bI/AAAAAAAAADw/B0dMdgN7tUs/s1600-h/crhistian+andersen.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040691796998419890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RfQie45Q9bI/AAAAAAAAADw/B0dMdgN7tUs/s320/crhistian+andersen.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;                                              *&lt;span style="color:#990000;"&gt;Ilustração d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;o livro de Hans Crhistian Andersen&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Era a mais perfeita manhã, e era indiscutivelmente a brisa mais suave que Sara havia sentido, porque era um costume seu comparar a brisa que sentia correr hoje, com a que sentira correr ontem. Um hábito bastante incomum, claro, mas era assim que ela se identificava mesmo, incomum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ergueu a cabeça, sorriu, abriu os braços, deixou que a imaginação desenhasse uma imagem, uma cena, um lugar. Sabe aquelas cenas em que a personagem para encima de uma montanha, na beirinha, um vento sopra, move seus cabelos, ela abre os braços, sorri, e a câmera dá aquele trezentos e sessenta graus em torno dela, para filmar toda a paisagem? Foi nisso que ela pensou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o cinema ainda confronta limites que a imaginação pode livremente ultrapassar. Não é uma montanha, é um bosque, e nele não se pisa em gramas, é, com muito cuidado, em girassóis, grandes, gigantescos, como folhas de... alface. Então era isso, um tapete de girassóis. Tantas borboletas, que se fosse noite, a quantidade de estrelas no céu certamente perderiam. O céu, aliás, este era tão azul que parecia ser possível toca-lo, porque imaginava que nada tão azul poderia estar tão distante. Mas estava, é claro, porque afinal de contas céu é céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que queria correr, correr, correr... passando pelas árvores. Não digo entre as árvores, estou dizendo passar por elas. É que todas elas eram abertas como um túnel, sim, formavam um túnel literalmente quando estavam sobrepostas uma bem atrás da outra. Penso que por isso Sara não passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a voz chamou alto o seu nome. Tudo acaba como um desencanto. Tudo que fora construído com tanto detalhe, acabara como um desencanto. Sara abre seus olhos, apenas por abrir, é claro. Quando o braço de sua companhia cruza com o seu, ela volta a caminhar, e ainda sorri. E eu ficava pensando porque Sara não lamentava a visão que nunca teve, imaginando mesmo que a resposta fosse a oportunidade que perderia de ver como apenas ela, de maneira ricamente particular, poderia ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Ronilso Pacheco&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-5690801165791856739?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/5690801165791856739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=5690801165791856739' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/5690801165791856739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/5690801165791856739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/03/o-conto-de-sara.html' title='O Conto de Sara'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RfQie45Q9bI/AAAAAAAAADw/B0dMdgN7tUs/s72-c/crhistian+andersen.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-2770855486130485719</id><published>2007-03-11T07:47:00.000-07:00</published><updated>2007-03-11T07:48:57.831-07:00</updated><title type='text'>O Tombo da Montanha sem Cor</title><content type='html'>São os rumos que temo&lt;br /&gt;A trajetória estranha da humanidade&lt;br /&gt;No instante em que a terra poderia até parar&lt;br /&gt;            Se até ontem não parou&lt;br /&gt;                        Hoje poderia&lt;br /&gt;                                    Ou amanhã pararia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda trajetória é história&lt;br /&gt;E conto com pressa as alternativas que já foram&lt;br /&gt;E calculo com receio as alternativas que restam&lt;br /&gt;            Que até ontem restavam&lt;br /&gt;                        Que hoje ainda resta&lt;br /&gt;                                    Mas amanhã não restaria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós seguimos vacilantes&lt;br /&gt;Como um tombo da montanha sem cor&lt;br /&gt;Como as pedras que rolam num eterno avançar&lt;br /&gt;            Que até ontem avançava&lt;br /&gt;                        Que hoje do avanço ainda resta&lt;br /&gt;                                    Mas amanhã pode parar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-2770855486130485719?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/2770855486130485719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=2770855486130485719' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/2770855486130485719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/2770855486130485719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/03/o-tombo-da-montanha-sem-cor.html' title='O Tombo da Montanha sem Cor'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-1481710831542921079</id><published>2007-03-02T08:02:00.000-08:00</published><updated>2007-03-02T08:16:15.946-08:00</updated><title type='text'>Eles me disseram...</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;"Weder den vergongenen anheinmfallen noch den zukünftigen. Es kommt darauf ein ganz gegenwartig zu sein"&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;"Não almejar nem os que passaram nem os que virão. Importa ser de seu próprio tempo"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Karl jaspers&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;"A corrente subterrânea da história ocidental veio a luz e usurpou a dignidade de nossa tradição. Essa é a realidade em que vivemos. E é por isso que todos os esforços de escapar do horror do presente, refugiando-se na nostalgia por um passado ainda eventualmente intacto ou no antecipado alívio de um futuro melhor, são vãos."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Hannah Arendt&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-1481710831542921079?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/1481710831542921079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=1481710831542921079' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/1481710831542921079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/1481710831542921079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/03/eles-me-disseram.html' title='Eles me disseram...'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-2585874082434571908</id><published>2007-03-02T07:13:00.000-08:00</published><updated>2007-03-02T07:39:15.327-08:00</updated><title type='text'>Obrigado, Grande Peixe!!!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Reg_WkZuW8I/AAAAAAAAADM/4gc8tgIrhg8/s1600-h/peixe_grande.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5037345840175143874" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Reg_WkZuW8I/AAAAAAAAADM/4gc8tgIrhg8/s200/peixe_grande.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;      Um dos filmes da minha semana de descanso já antes da semana do carnaval foi "Peixe Grande", de Tim Burton. Nunca levei Burton muito a sério, embora goste de muitos de seus filmes. É um filme que deveria estar na minha lista ao lado, mas seria pouco. Talvez nem tanto pelo que o filme "tecnicamente" pode apresentar, na verdade isso tá contando muito pouco aqui. Mas sim pelo que ele proporcionou a mim e minha esposa, alcançar com sua narrativa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     A história de Edward Bloom e seus contos maravilhosos, sua riqueza de criatividade, para tornar tudo interessante para o seu filho, que mesmo assim cresce e se torna um burocrático, homem tolhido da liberdade imaginativa que deveria ter herdado do pai.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Mas ao resolver investigar cada história dita pelo velho Bloom, o agora homem casado Will, descobre que seu pai não mentiu em momento algum, mas "pintou" e deu "sabor" a tudo que dizia, e construiu uma vida brilhante, não só de grandes histórias, mas de granes amigos, por sua simplicidade, companheirismo, carisma... e fidelidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     E foi assim que quando terminamos de assistir a primeira vez (porque já vimos umas três ou quatro até agora) eu estava satisfeito com o que vi e minha esposa chorava. A diferença entre eu e ela? Errou quem apostou na velha diferença da sensibilidade homem-mulher. No fim, eu havia visto um filme carismático, que brinca com a imaginação como eu gosto de brincar. E ela, vira um filme que a fez lembrar o tempo todo de seu relacionamento com Deus. das vezes em que ela precisa escolher crer, naquilo que no fundo do seu coração, na medida em que ela amadureceu como pessoa culta e informada, perdeu a "possibilidade" de ser.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Tantas passagens na Bíblia, tantas histórias impossíveis de serem provadas, tantas narrativas "desenhadas" como um conto infantil, em que a frase "Deus pode tudo" entra não como uma convicção, mas como uma pedra gigantesca para dizer "não vamos ficar pensando nisso". E ela se viu como o homem Will, despido dessa capacidade imaginativa. lembramos que as vezes, a frase "Deus pode tudo" pode ser entendida como "Deus é genial, criativo, inovador".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Então, o seu choro, foi quase como um perdido de perdão. Como dizendo ao Senhor que um dia, o veremos, e conheceremos suas histórias maravilhosas, bem de perto. Compreenderemos todas elas, veremos aquelas pessoas especiais, de aventuras memoráveis. E enquanto isso, hoje, podemos ser menos "armados" para a riqueza imaginativa contida em nós. Não é um balaão que voa sem controle, é uma herança.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Ronilso Pacheco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-2585874082434571908?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/2585874082434571908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=2585874082434571908' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/2585874082434571908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/2585874082434571908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/03/obrigado-grande-peixe.html' title='Obrigado, Grande Peixe!!!'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Reg_WkZuW8I/AAAAAAAAADM/4gc8tgIrhg8/s72-c/peixe_grande.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-3778310171398129346</id><published>2007-03-02T07:01:00.000-08:00</published><updated>2007-03-02T07:12:50.231-08:00</updated><title type='text'>O Tamnho das Nossas Possibilidades</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Dias difíceis este em que as discussões giram em torno da brutalidade dos criminosos das cidades, que, cada vez mais, tornam seus crimes mais parecidos com as cenas chocantes dos filmes de serial killer que vemos com atenção. Ou pior, quando reproduzem métodos que só ouvimos falar ou vimos vagamente nos telejornais, tendo sido usados pelos criminosos de guerra do oriente médio ou dos “rebeldes selvagens tribais” do continente africano.&lt;br /&gt;       Mas agora parece tudo tão igual. Em tempos de globalização acelerada, a “globalização da violência” ou dos seus métodos parece ser uma conseqüência demasiadamente incômoda, além de é claro, assustadora.&lt;br /&gt;       Dias difíceis este em que mais uma vez, se recusando a compreender a totalidade da situação que nos envolve, a sociedade prefere simplificar e diminuir a visão, debatendo sobre diminuição de maioridade penal. É o preço que se paga quando se vive em função de fórmulas. Quando elas perdem a capacidade efetiva, alteramos. Mas este é um Mundo “desencantado”, que neutralizou as fórmulas, e nos pede para pensarmos, sermos um pouco mais racionais. E ser racional aqui não significa frieza na decisão, mas a sensibilidade apurada de perceber, compreender e discernir as nuanças de um tempo que nos surpreende.&lt;br /&gt;       Dias difíceis este em que toda situação for a de controle, se agiganta diante de nossas possibilidades, que reduzem, em tamanhos assustadores e nos obriga a recuar, e recuar, e recuar, até se esconder. Qual é o tamanho da nossa possibilidade coletiva diante do mundo que nos intimida?&lt;br /&gt;       Dias difíceis estes em que a racionalidade, aquela que me referi, parte, em que Deus parece ter sido substiuido pelas fórmulas (individuais e coletivas) e as nossas possibilidades, se perderam no mar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;       &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Ronilso Pacheco&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-3778310171398129346?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/3778310171398129346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=3778310171398129346' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/3778310171398129346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/3778310171398129346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/03/o-tamnho-das-nossas-possibilidades.html' title='O Tamnho das Nossas Possibilidades'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-4597310760816668077</id><published>2007-02-07T08:39:00.000-08:00</published><updated>2007-02-07T09:00:51.466-08:00</updated><title type='text'>girando...girando...girando (I)</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcoBdqbqkpI/AAAAAAAAADA/-Vd3FIdeq4o/s1600-h/Kandinsky%20tormento.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5028833543030739602" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcoBdqbqkpI/AAAAAAAAADA/-Vd3FIdeq4o/s400/Kandinsky%2520tormento.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;é imprescindível a preocupação&lt;br /&gt;com os rumos do mundo&lt;br /&gt;ainda que de alguma forma, pela intuição&lt;br /&gt;seja possível perceber que ele se aproxima&lt;br /&gt;gradativamente&lt;br /&gt;do fundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o fundo algumas vezes é quase o topo&lt;br /&gt;quando tudo se encontra de cabeça para baixo&lt;br /&gt;como se a queda d'água caisse do poço&lt;br /&gt;ainda que de alguma forma, pela leitura que se faz&lt;br /&gt;possa aparentar que tudo permanece no lugar errôneamente&lt;br /&gt;eu acho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu acho incrível algumas vezes em que a fé, parte&lt;br /&gt;e que tudo que permanece é a expectativa golpeada&lt;br /&gt;cada indivíduo sendo uma alma buscando quem a trate&lt;br /&gt;correndo, com a velocidade de algo que nunca cessa&lt;br /&gt;e sem refletir e assimilar os riscos de uma&lt;br /&gt;tensa trajetória&lt;br /&gt;errada&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Ronilso Pacheco&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#006600;"&gt;quadro: "o tormento" Kandinsky&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-4597310760816668077?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/4597310760816668077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=4597310760816668077' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/4597310760816668077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/4597310760816668077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/02/girandogirandogirando-i.html' title='girando...girando...girando (I)'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcoBdqbqkpI/AAAAAAAAADA/-Vd3FIdeq4o/s72-c/Kandinsky%2520tormento.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-3170313700987935989</id><published>2007-02-07T07:55:00.000-08:00</published><updated>2007-02-07T08:36:10.773-08:00</updated><title type='text'>O que haverá para amanhã?</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Rcn2pKbqkoI/AAAAAAAAAC0/cqF2E9sh_2c/s1600-h/grito.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5028821645971329666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Rcn2pKbqkoI/AAAAAAAAAC0/cqF2E9sh_2c/s320/grito.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;            &lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;"Quando pensamos no futuro, nunca estamos em nós&lt;br /&gt;                Estamos sempre além&lt;br /&gt;                O medo, o desejo, a esperança, jogam-nos sempre para o futuro&lt;br /&gt;                Sonegando-nos o sentimento e o exame do que é&lt;br /&gt;                Para distrair-nos com o que será&lt;br /&gt;                Embora o tempo passe, e já não sejamos mais”&lt;br /&gt;                                                Michel Eyquem de Montaigne, extraido do site de “Provocações”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;     &lt;span style="color:#000000;"&gt;Uma das características identificadas neste momento atual da história das sociedades é a chamada "falência das alternativas". Não é só o individualismo sofisticado e crescente que intimida, mas também a sensação de que "nada mais pode dar certo". De que tudo fora tentado, e que, talvez, politicamente, Francis Fukuyama tivesse razão quando falou a respeito do "fim da História". Há no mundo uma desconfiança coletiva, na possibilidade de que algo possa ser feito, mesmo que queiram fazer. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A multidão das ruas, desacredita totalmente na mudança prometida pelas meia dúzias dos palácios.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;     Ainda que em lugares como a América Latina pareça demonstrar um movimento contrário, onde uma espécie de "messianismo secular" pareça fazer ferver as sociedades venezuelanas, bolivianas, equatorianas, nicaragüenses, enfim, nada indica que o diálogo entre os esperançosos e os geradores das esperanças venham convergir. Não obstante, a falência das alternativas que foram prometidas, uma a uma, projetaram para o futuro, que atravessou gerações, todas as possibilidades de concretização. "Alcançaremos amanhã, o que não nos foi permitido alcançar hoje". &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;     Mas nada no horizonte indica que estamos, sinceramente, próximos disso. no livro do Profeta Isaías, Deus confronta o povo falando dos profetas que profetizavam paz, quando não havia, e não haveria paz. O "futuro" maquinado da pseudo-harmonia na sociedade contemporânea tem tudo para se converter numa grande frustração. Porque não deve ser o amnhã, o portador de nossas saídas, mas o hoje.  Não o "hoje" do tempo midiático, mas o hoje para o qual somos diariamente convidados por Deus para alcançar.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;     A guerra no Iraque não deve acabar amanhã, "quando tudo estiver no lugar", mas hoje. A indústria bélica se mantém viva com o mercado da morte e das vidas sacrificadas à fogo não deveriam interromperem suas atividades amanhã, quando o lucro tiver alcançado o suficiente, mas hoje.  Os diversos bolsões de pobreza que jogam o Brasil para o fundo de todas as listas de condição humana da ONU não precisam de uma intervenção para amanhã... precisam para hoje. Os Estados Unidos e a China não podem deixar uma decisão que contribua para o equlíbrio ambiental do planeta para amanhã... precisam fazer hoje.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;     O futuro não trará as respostas que esperamos, sem fé, sem Deus e sem a verdade, ele será sempre constituído das ruínas do que continua sendo o hoje. Infelizmente.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;     Ronilso Pacheco&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-3170313700987935989?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/3170313700987935989/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=3170313700987935989' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/3170313700987935989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/3170313700987935989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/02/o-que-haver-para-amanh.html' title='O que haverá para amanhã?'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/Rcn2pKbqkoI/AAAAAAAAAC0/cqF2E9sh_2c/s72-c/grito.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-171382536300451994</id><published>2007-02-03T07:14:00.000-08:00</published><updated>2007-02-03T07:37:34.405-08:00</updated><title type='text'>Por Onde Deus Caminha na América Latina?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;     Eu andei falando e divulgando tanto desse artigo da Ivone Gebara, que inevitavelmente o publico para que seja conhecido integralmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;“Como saberei dos caminhos de Deus? Como terei certeza se os indicados são de fato seus caminhos, suas veredas, seus passos, suas marcas? Quem os definiu? Quem os identificou? Quem os reconheceu? Quem os proclamou? Quem os acolheu? Quem os ensinou?&lt;br /&gt;Como ousarei falar deles? A partir de que critérios? A partir de que imagens? Seriam caminhos de mulheres? De homens? De jovens, de idosos, de crianças?&lt;br /&gt;Seriam caminhos indígenas, negros, amarelos, brancos ou misturados?&lt;br /&gt;Caminhos do Deus de quem? Do meu? Do papa? De Pinochet? De Bush?&lt;br /&gt;Fica cada vez mais claro que se Deus não é múltiplo ao menos tem caras múltiplas! Já não se pode mais falar de Deus como se fosse alguém de um rosto único. Por isso temos que perguntar: quem é mesmo Deus? Qual a sua identidade, sua importância, seu lugar, sua autoridade para que me decida a buscar os seus caminhos e não os meus?&lt;br /&gt;Por que esses caminhos teriam mais importância do que os de Seu Cícero que acabei de encontrar puxando sua carroça de papelão e jornais velhos? Ou os caminhos de Dona Conceição, quase paralítica, sentada à beira de sua cama com a porta aberta para a rua, comendo pão doce e café sob os olhos vigilantes de seu cão protetor? Ou os caminhos de Severina, mocinha de 15 anos arrastando o irmão para a escola? Ou os caminhos da avó Madalena de mãos dadas com três netos levando-os para o centro da cidade para mendigar nas paradas de ônibus?&lt;br /&gt;Destes personagens que vivem nas redondezas de minha casa conheço algo de seu caminho, algo de sua dor e alegria, algo de seu cotidiano, algo de sua vida. Conheço também algo de minha vida, de minhas buscas de meus caminhos e descaminhos. Mas, de Deus, não conheço nada. Por isso me pergunto como seria o caminho de Deus? Como seria seu cotidiano? Como seria seu espaço e seu tempo? Ou seria sem tempo e sem espaço?&lt;br /&gt;Por que insistimos em buscar-lhe o caminho como se quiséssemos esquecer os nossos caminhos, como se pensássemos que há alguém cujo caminho é mais interessante e mais verdadeiro do que qualquer outro caminho? Por que buscar no desconhecido, no oculto, no misterioso, na Bíblia orientação ou modelo para nossos caminhos? Por que buscamos a perfeição do caminho quando somos apenas finitude e imperfeição? Por que buscamos o amor infinito quando só experimentamos as finitudes do amor?&lt;br /&gt;No fundo já não entendo bem o que se quer quando se pergunta pelos caminhos de Deus na América Latina! Houve um tempo em que eu pensava que entendia.&lt;br /&gt;Só sei que hoje experimento a falta de avenidas, a falta de boas estradas, a falta de grandes direções, de grandes orientações, de grandes caminhos para os caminhantes sedentos de justiça e de beleza.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Extraído do site da Adital, há o link ali na lista desse blog.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-171382536300451994?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/171382536300451994/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=171382536300451994' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/171382536300451994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/171382536300451994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/02/por-onde-deus-caminha-na-amrica-latina.html' title='Por Onde Deus Caminha na América Latina?'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-5124737227688308053</id><published>2007-02-02T06:53:00.000-08:00</published><updated>2007-02-02T08:03:40.546-08:00</updated><title type='text'>Mantendo a liberdade aprisionadora</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;    &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;&lt;em&gt;“A liberdade de mercado não inclui a liberdade de não consumir, ou se retirar da situação criada pelo mercado”&lt;br /&gt;   Fredric &lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;jameson&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;     &lt;em&gt;Quando li esta frase pela primeira vez, automaticamente me lembrei de um versículo de 2Pedro, 2:19, que diz "de quem alguém é vencido, do tal também se faz servo". Todos os dias, a humanidade parece travar uma batalha inclemente. Olhamos a nossa volta, e tudo nos remete ao consumo, tudo "é melhor", tudo "é necessário", tudo deve ser adquirido, tudo "vai mudar a sua vida, torná-la mais prática e simples".  Nós tivemos de reaprender muito sobre liberdade, pois o decorrer do tempo, as rupturas causadas pelas mais diversas fatalidades na história da humanidade nos forçou, a todo momento, repensa-la, ampliar os conceitos que a identificavam.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;     Neste momento nos achamos livres. A sociedade ocidental aprendeu que a liberdade é parte vital de sua expressão, que é seu grande "legado" para todo o planeta. Toda vez que a liberdade for ameaçada em qualquer lugar do mundo, gritaríamos em seu favor, e mais ainda, quando no próprio ocidente ela fosse desafiada ou ignorada, imediatamente reagiríamos.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;     Mas o mercado  criou um mundo a parte, um mundo onde a liberdade teve de ser reformulada, novamente conceitualizada, onde ela se aplica naqueles que a aplicam para fazer o que o mercado entende como "salutar". É assim. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;     Travamos uma batalha diária, as vezes sutil, as vezes desesperadas, pelo exercício de nossa liberdade de permanecer no "jogo". E nossa situação se agrava quando usamos Deus para "nos manter no jogo". Não queremos "tudo", mas queremos sempre "alguma coisa". Deus se torna fiador de nossa liberdade, essa liberdade aprisionadora, das conquistas infindáveis, das metas cruciais, dos alvos importantes, dos resultados frutos dos investimentos que foram feitos, dos sonhos que se perdem no horizonte, este horizonte cruel que nunca se aproxima totalmente, sempre distante. O homem aprendeu a viver em função do "por vir", sejam objetos, sejam realizações, bens materiais ou não.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;     A liberdade é isso. A deturpação da liberdade alcançada na Cruz é isso. Se deixarmos sermos vencidos, é isso que se tornará, do tal seremos servos.  Se não repensarmos o nosso relacionamento com a nossa liberdade, se não a alcançarmos e enxergarmos além desta liberdade aprisionadora que foi propositalmente formulada, não passaremos de seu escravo. E, em tempo, é um perigo quando a liberdade se torna um senhor, a frente daquele que verdadeiramente é Senhor.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Ronilso Pacheco&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-5124737227688308053?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/5124737227688308053/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=5124737227688308053' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/5124737227688308053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/5124737227688308053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/02/mantendo-liberdade-aprisionadora.html' title='Mantendo a liberdade aprisionadora'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-4974752477298249134</id><published>2007-02-02T04:38:00.000-08:00</published><updated>2007-02-02T05:55:51.423-08:00</updated><title type='text'>Pós-modernismo Híbrido: A América Latina sem Lugar (I)</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcMxbKbqklI/AAAAAAAAACU/Pf40S4iM0a8/s1600-h/DSC00332.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5026915951802225234" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcMxbKbqklI/AAAAAAAAACU/Pf40S4iM0a8/s400/DSC00332.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há dois ou três anos atrás eu li um artigo escrito pelo Subcomandante Marcos, líder dos zapatistas mexicanos. Talvez seja necessário dizer que não me identifico com o subcomandante, nem sequer acredito nele, e a sua causa só desperta meu interesse até o ponto em que diz respeito a uma revindicação necessária para a visibilidade do povo pobre de Chiapas, daí em diante, nada nele e seus métodos me atrai. Continuo então...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O artigo se chamava "A velocidade do Sonho". Abordava caminhos e descaminhos da América Latina, sob uma perspectiva poética e as vezes até lúdica. Eu fiquei durante muito tempo com aquele artigo na cabeça, mas direcionava seu foco para outros aspectos, para as distinções de nossa geração, que receio sempre de chamar de emergente, porque o inconsciente de qualquer pessoa letrada vai aproximar o referencial de emergente, segundo aquilo que compreendemos e assimilamos do Atlântico Norte. Talvez quando falássemos em geração emergente aqui, devessemos sempre dizer "da América Latina".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É evidente que os ícones, o conjunto de símbolos da geração emergente são "extraterritoriais", como diz Zygmunt Bauman, mas ainda não seria suficiente para nos homogeinizar. A indústria cultural lida com as sociedades como massa, as transformações sociais e desesperança alteraram profundamente as relações e a postura da juventude nos centros urbanos, mas tudo isso também não passa incólume a nossa trajetória como continente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcNCuqbqkmI/AAAAAAAAACc/5sok0cvVD4g/s1600-h/bolivia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5026934978507346530" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcNCuqbqkmI/AAAAAAAAACc/5sok0cvVD4g/s320/bolivia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A América Latina incluída na “periferia do planeta” para onde os “europeus” levaram as boas novas do evangelho, agora é madura em si mesma. Enquanto a América latina apanhava das baionetas militares, a Europa ditava os rumos da política internacional, o Estado do bem-estar social, o avanço dos “verdes”, a social democracia, os embriões da Terceira Via. Deus podia estar distante, mas a “maturidade” da democracia poderia substitui-lo. Mas a América Latina, da democracia débil e claudicante, cresceu com suas “veias abertas”, conforme célebre expressão do jornalista uruguaio Eduardo Galeano, tendo de encontrar Deus desesperadamente, como algo que lhe desse sentido, que lhe redimisse de uma trajetória de abandono, insignificância política e propriedade particular de seus mandatários. Um ambiente que não poderia deixar a igreja de fora, mesmo que ela tenha conseguido assim se manter durante um bom tempo.&lt;br /&gt;Essa América cresceu com uma unidade linguistica quase uniforme. São consideráveis as exceções, mas a língua de Colombo e D. Quixote consegue manter-se como um vínculo consistente no continente. A história também nos torna nações “irmãs”, porque, afinal, quem de nós não se sustentou, ou sobreviveu como povo fora de ao menos um dos pontos da tricotomia exploração-ditadura-ingerência primeiromundista?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo isso ainda é "poeiraa histórica", está em nós, e alterará tudo que chega até nós. Então sob qual ótica, a igreja pode olhar e compreender a geração emergente latinoamericana? De alguma forma, ainda creio que precisamos e podemos, primeiramente, ajudar o nós mesmos, a encontrar o nosso lugar, onde ele está, como nós o vemos, e sob que perspectiva vamos lidar com ele. E tudo isso pode ser só o começo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ronilso Pacheco&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-4974752477298249134?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/4974752477298249134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=4974752477298249134' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/4974752477298249134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/4974752477298249134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/02/ps-modernismo-hbrido-amrica-latina-sem.html' title='Pós-modernismo Híbrido: A América Latina sem Lugar (I)'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcMxbKbqklI/AAAAAAAAACU/Pf40S4iM0a8/s72-c/DSC00332.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-1276588739749419003</id><published>2007-02-01T17:18:00.000-08:00</published><updated>2007-02-01T17:46:08.981-08:00</updated><title type='text'>Ensinamentos da costureirinha</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcKScKbqkiI/AAAAAAAAAB0/aeueRZv-Mbg/s1600-h/balzac-poster01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5026741146633277986" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcKScKbqkiI/AAAAAAAAAB0/aeueRZv-Mbg/s400/balzac-poster01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;      Tive a oportunidade de assistir &lt;strong&gt;Balzac e a Costureirinha Chinesa&lt;/strong&gt;, sem indicação, apenas passando pela locadora e me identifiquei ao ver. Assisti e tive vontade de assistir de novo. Filme muitissimo interessante sobre dois jovens, Luo e Ma, de 17 anos, que são enviados para um campo de "reeducação" durante a ditadura do líder Mao Tsé Tung na China, em função da Revolução Cultural.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;       Por serem letrados e filhos de mádicos e dentistas, os dois são considerados subversivos. No povoado, ambos fazem amizade e se apaixonam por uma costureirinha da região.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Mas é interessante notar no filme a importância, e eu diria a necessidade, da imaginação. É cômico, e bastante significativo ver os dois jovens narrando os filmes que assistiam na cidade, porque os "revolucionários" do Grande Timoneiro não podiam ver filmes, porque o cinema era uma arte burguesa. O povoado se reunia, e permaneciam atenciosos enquanto um narrava e o outro fazia a sonoplastia do que era narrado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        E o ponto que dá sentido ao filme. Eles escondem livros diversos, de grandes autores, como Flaubert, Tolstói, Dostoyévsky e, é claro, Balzac, para não serem queimados. O filme ajuda a perceber, para quem estiver disposto a perceber, que a criatividade e a capacidade imaginativa do homem é inata, é marca da imagem e semelhança de Deus, de maneira que ao basear um regime na perseguição e repressão disso, todos os caudilhos sucumbiram, ou foram surpreendidos, ante a capacidade do homem de fazer com que a imaginação vença, e que mesmo quando é simples, ela é a resposta de que fomos feitos para, entre outras coisas, criar e sonhar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-1276588739749419003?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/1276588739749419003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=1276588739749419003' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/1276588739749419003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/1276588739749419003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/02/ensinamentos-da-costureirinha.html' title='Ensinamentos da costureirinha'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcKScKbqkiI/AAAAAAAAAB0/aeueRZv-Mbg/s72-c/balzac-poster01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-900912609149912540</id><published>2007-02-01T16:33:00.000-08:00</published><updated>2007-02-01T17:00:04.500-08:00</updated><title type='text'>A oportunidade de compreender a liberdade do Novo Caminho</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcKG96bqkgI/AAAAAAAAABg/P80SmR2nOUk/s1600-h/Chega+de+Regras.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5026728532314329602" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcKG96bqkgI/AAAAAAAAABg/P80SmR2nOUk/s200/Chega+de+Regras.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;     "As pessoas que vivem de acordo com o antigo caminho crêem na lei da linearidade, uma lei que declara que existe um A que leva ao B que você quer. Calcule A, faça o que manda e terá a vida que mais deseja. A pressão está ligada.Os que vivem no novo caminho crêem na lei da liberdade. Eles se aproximam como estão. Não se banham antes de se achegar a Deus. Vão a Deus para se banhar dele. Não se sentem pressionados para mudar apenas a vida interior ou a exterior, mas desejam mudança em ambas as esferas. Estão interessados em criar a oportunidade para a mudança, mesmo que isso signifique mergulhar sete vezes num rio lamacento ou marchar ao redor do muro de um inimigo durante sete dias e soprar trombetas. Eles vivem para o desejo mais sincero de seus corações: conhecer a Deus e satisfazer-se nele. Não vivem para uma vida melhor neste mundo. Quando a vida aqui é difícil, quando as coisas desmoronam, revelam mais claramente quem são. São cidadãos de outro mundo, que desejam mais o que está do outro lado que este mundo não pode oferecer. Então, sabiamente se entregam ao seu mais profundo desejo e confiam em Deus para revelar-se a eles. Essa é a lei da liberdade."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     É tudo isso e mais um pouco, que torna o livro "Chega de Regras" do Larry Crabb, um livro fundamental para ser adquirido.  Poucas vezes fui tão marcado por um livro quanto fui com este. Não é fácil, nem cômodo, reconhcer que está no caminho da linearidade, mesmo quando achamos que estamos desfrutando de pleno caminho da liberdade. Causa e efeito é, por muitas vezes, tão arraigada na caminhada cristã que as vezes, de alguma forma, vivemos de maneira sutil e inconsciente, para que ela aconteça, se "hamonize" em nossa vida, de maneira a determinar o "sucesso" de nossa vida espiritual.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;      Este é um livro que gostaria de usar como literatura adotada para trabalhar com novas lideranças. Num momento em que a velocidade e transitoriedade do mundo parece exigir "resultados" prementes, em que algo deve ser "urgentemente feito" para que esta geração se converta, o fundamento se torna frágil as vezes sem perceber. Queremos "cumprir nossa meta", queremos "combater o bom combate", queremos que os resultados nos mostrem quem somos, como se &lt;strong&gt;resultado&lt;/strong&gt; fosse a versão contemporânea de &lt;strong&gt;frutos&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Cada página deste livro foi um golpe, as vezes leve como uma pontada incômoda, as pesado como um soco, certeiro, de mãos raivosamente fechadas. Talvez, penso, alguns destes socos certeiros tenham sido reduzidos a pontadas leves porque fui "anestesiado" por muitas das vezes em que tive a oportunidade de assistir as ministrações do pastor e amigo Paulo Júnior, que carrega muito do que é abordado pelo doutor Crabb.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;     Este livro está custando em torno de 30 a 35,00. É uma visão libertadora, a pressão vai se desligando a cada página, e você vai ficando cada vez mais "nu" na presença de Deus. Portanto... digo que vale a pena, é crucial. E eu continuo me aproximando da leitura do doutor Crabb. Que Deus o abençoe muito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ronilso Pacheco &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-900912609149912540?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/900912609149912540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=900912609149912540' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/900912609149912540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/900912609149912540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/02/oportunidade-de-compreender-liberdade.html' title='A oportunidade de compreender a liberdade do Novo Caminho'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcKG96bqkgI/AAAAAAAAABg/P80SmR2nOUk/s72-c/Chega+de+Regras.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-4661482620905198313</id><published>2007-02-01T15:25:00.000-08:00</published><updated>2007-02-01T15:32:58.498-08:00</updated><title type='text'>O Observador</title><content type='html'>O que este mundo pode oferecer&lt;br /&gt;Para uma sociedade tão golpeada pelo erro em todo lugar&lt;br /&gt;Homens e mulheres mergulhados na frustração de viver&lt;br /&gt;Á espera de uma saída, vivendo um messianismo secular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento da guerra&lt;br /&gt;nada é tão desejado quanto a paz&lt;br /&gt;      mas hoje mesmo eu vi a paz deixar a terra&lt;br /&gt;      dizendo que não voltaria nunca mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qeum decide para onde a roda da história deve girar&lt;br /&gt;Certamente controla o destino da humanidade&lt;br /&gt;Quem tem, assim como um vício, o poder de dominar&lt;br /&gt;Certamente pode manipular e inverter a verdade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     abram hoje suas mentes e corações&lt;br /&gt;     e fujam da mentira deste mundo sem cor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Deus é a sua ilha em meio ao oceano de angústias&lt;br /&gt;jamais seus pés perderão o chão&lt;br /&gt;      porque o mundo continua com suas estranhezas absurdas&lt;br /&gt;      mas ainda é possível, a redenção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ronilso Pacheco&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-4661482620905198313?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/4661482620905198313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=4661482620905198313' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/4661482620905198313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/4661482620905198313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/02/o-observador.html' title='O Observador'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-2871454150793618666</id><published>2007-02-01T15:13:00.000-08:00</published><updated>2007-02-01T15:25:03.726-08:00</updated><title type='text'>O mundo não deve caminhar sozinho</title><content type='html'>é imprescindível a preocupação&lt;br /&gt;com os rumos do mundo&lt;br /&gt;ainda que de alguma forma, pela intuição&lt;br /&gt;seja possível perceber que ele se aproxima&lt;br /&gt;gradativamente&lt;br /&gt;do fundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o fundo algumas vezes é quase o topo&lt;br /&gt;quando tudo se encontra de cabeça para baixo&lt;br /&gt;como se a queda d'água caisse do poço&lt;br /&gt;ainda que de alguma forma, pela leitura que se faz&lt;br /&gt;possa aparentar que tudo permanece no lugar&lt;br /&gt;errôneamente&lt;br /&gt;eu acho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ronilso Pacheco&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-2871454150793618666?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/2871454150793618666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=2871454150793618666' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/2871454150793618666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/2871454150793618666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/02/o-mundo-no-deve-caminhar-sozinho.html' title='O mundo não deve caminhar sozinho'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-8061770641359549735</id><published>2007-02-01T13:50:00.000-08:00</published><updated>2007-02-01T15:01:49.608-08:00</updated><title type='text'>Uma Noite Rara...rica e surpreendente também!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5026687455247110594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcJhm6bqkcI/AAAAAAAAAAs/oNmbNoVzpRI/s320/Picture+003.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;"Senhoras e senhores. Respeitável público pagão. Bem vindo ao Teatro Mágico. Sinta-se à vontade". Foram essas as palavras que ouvimos na noite de domingo, dia 28 de janeiro (uma noite que já era rara pelo fato de eu e Renatinha termos cedido um domingo de culto na Comunidade S8, para estarmos em outro lugar, que não outra Comunidade, encontros, congressos, viajens ou coisas do tipo), antes de o ator, Fernando Anitelli vir do fundo de uma sala, não muito grande, mas cheia, declamando uma poesia, linda, diga-se de passagem, passando entre nós, enquanto os músicos, em seus figurinos, tocavam uma introdução percussiva e contagiante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Era assim que começava o espetáculo (ou seria show?) "Entrada para Raros". A minha ida e da Renata se deveu a todo um esforço da Leandra Barros, irmãzona, de Vitória. Disse que tínhamos que ver... e ela acertou em tudo. Ficamos e estamos encantados com a genialidade do Fernando com suas músicas geniais, sua poesia tão rica como a muito muito tempo eu não via ou ouvia, uma musicalidade brilhante, performática e criativa. O meu primeiro contato com O Teatro Mágico trouxe todas as lembranças do que pensei quando o teatro da Comunidade S8 caminhou para a criação do Trotamundos, de quando antológico "Mula de Balaão" era uma inovadora forma de comunicar a visão de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcJppKbqkeI/AAAAAAAAAA8/7Nloh9Xbc5w/s1600-h/Picture+041.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5026696289994838498" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcJppKbqkeI/AAAAAAAAAA8/7Nloh9Xbc5w/s200/Picture+041.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Por quase duas horas ficamos ali... extasiados, surpresos... nossa imaginação pedindo para não acabar. Fiquei impactado com a letra da música do Fernando que satirizava marcelo D2 e suas "idelogias" de destruição. Um palhaço que cantava junto com Fernando encerrava dizendo "em busca da plhaçada perfeita". A letra colocava frases como "a minha Paz não cabe num anúncio de refrigerante", ou "essa marca de cerveja eu já sei qual é, mas a tua idéia...qual é?". Mas nada era tão surpreendente quanto ver o Fernando e os músicos puxar um côro que dizia "Ou é o trono ou é o inferno". Em "O mérito e o Monstro", Fernando cantava, e a trupe tocava ao mesmo tempo em que interpretava, o conflito diário da humanidade para corresponder as necessidades do trabalho, e toda a alienação que o desfio de "vencer na vida" traz para o homem. "Todos os dias eu me mato para não morrer", dizia a letra, enquanto com um fundo musical tenso, o mal, a opressão, a cobrança do cotidiano personificado num homem de preto com uma máscara de porco, esmurrava e vencia, o atormentado ser humano trabalhador Fernando.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5026699455385735666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcJshabqkfI/AAAAAAAAABE/46A-uUpgFZk/s200/Picture+010.jpg" border="0" /&gt;     Ficamos apaixonados pela "bonequinha" que era uma graça, carismática e perfeita na sua atuação. Amamos a canção "Ana e Mar", enfim... ficamos extremamente satisfeitos com o que fomos ver... e entendemos porque a Leandra fez questão de ver duas vezes seguidas. É bem verdade que nada substituiria a noite que teríamos na Comunidade, onde gostamos de estar, mas a ida ao FINEP, no Flamengo valeu cada esforço feito, cada passo até a estação das barcas a pé. Foi uma noite rara, de riqueza, diversidade cultural, satisfação e alegria. Há o link para o site do Teatro aqui neste blog... convido vc a fazer uma visita... vale a pena.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ronilso Pacheco&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-8061770641359549735?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/8061770641359549735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=8061770641359549735' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/8061770641359549735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/8061770641359549735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/02/uma-noite-rararica-e-surpreendente.html' title='Uma Noite Rara...rica e surpreendente também!'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcJhm6bqkcI/AAAAAAAAAAs/oNmbNoVzpRI/s72-c/Picture+003.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-2992256862085682471</id><published>2007-02-01T13:01:00.000-08:00</published><updated>2007-02-01T13:05:56.578-08:00</updated><title type='text'>vozesdaamérica.vozesdaamérica.vozesdaamérica</title><content type='html'>" Se iba apagando el día entre las piedras húmedas de la ciudad, a sorbos, como se consume&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Ia-se apagando o dia entre as pedras úmidas da cidade, aos poucos, como se consome&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;el fuego en la ceniza. Cielo de cáscara de naranja, la sangre de las pitahayas goteaba entre&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;o fogo na cinza. Céu como casca de laranja, o sangue das pitahayas goteava entre&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;las nubes, a veces coloreadas de rojo y a veces rubias como el pelo del maíz o el cuero de&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;as nuvens, as vezes coloridas de vermelho e as vezes douradas como a pele do milho e o&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;los pumas. En lo alto del templo, un vigilante vio pasar una nube a ras del lago, casi&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;pelo dos pumas. No alto do templo, um vigilante viu passar uma nuvem beirando o lago,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;besando el agua, y posarse a los pies del volcán. La nube se detuvo, y tan pronto como el&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;quase beijando a água, e posar aos pés do vulcão. A nuvem se deteve, e tão pronto, como o&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;sacerdote la vio cerrar los ojos, sin recogerse el manto, que arrastraba a lo largo de las&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;sacerdote a viu fechar os olhos, sem recolher o manto, que arrastava ao largo das&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;escaleras, bajó al templo gritando que la guerra había concluido. Dejaba caer los brazos,&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;escadas, chegou ao templo gritando que a guerra havia acabado. Deixava cair os braços,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;como un pájaro las alas, al escapar el grito de sus labios, alzándolos de nuevo a cada grito.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Como um pássaro às asas, ao escapar o grito de seus lábios, batendoa-as de novo a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;En el atrio, hacia Poniente, el sol puso en sus barbas, como en las piedras de la ciudad, un&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Cada grito. No átrio, em direção ao poente, o sol se pôs em suas barbas, como nas pedras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;poco de algo que moría. "&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;da cidade, um pouco de algo que morria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Miguel Ángel Astúrias, escritor guatemalteco em "Lendas da Guatemala"&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-2992256862085682471?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/2992256862085682471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=2992256862085682471' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/2992256862085682471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/2992256862085682471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/02/vozesdaamricavozesdaamricavozesdaamrica.html' title='vozesdaamérica.vozesdaamérica.vozesdaamérica'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-4544442009133654289</id><published>2007-02-01T12:58:00.000-08:00</published><updated>2007-02-01T13:00:58.306-08:00</updated><title type='text'>Um livro para gerar um outro Olhar</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcJU1KbqkaI/AAAAAAAAAAY/hLhH7k4N0Do/s1600-h/o+caÃ§ador+de+pipas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5026673406409085346" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcJU1KbqkaI/AAAAAAAAAAY/hLhH7k4N0Do/s200/o+ca%C3%A7ador+de+pipas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em diversas situações e vezes, o olhar dos criadores sobre as realidades onde estão inseridos ou dela, de alguma forma foram, foram forçados ou escolheram sair, é um olhar determinantemente mais revelador do que a seqüência de imagens e "narrações" que são colocadas diante de nós diariamente. Os criadores, claro, são os artistas e intelctuais que puderam observar, vivenciar e pensar suas vidas, profundamente alteradas pelos fatos ao redor.&lt;br /&gt;Em geral, é ainda mais interessante quando tais observações são feitas por crianças, ou sob a ótica delas. É o que torna muito interessante o livro do afegão, residente nos Estados Unidos, Khaled Hosseini, com o seu primeiro livro, "O Caçador de Pipas". Há muito que eu não lia um livro, de um escritor contemporâneo, tão interessante. A infância de Amir e Hassan, que se passa num Afeganistão pouco conhecido e lembrado (já que o ocidente não lembra de nada além terras áridas e o regime implacável dos talibãs) estimula um outro olhar sobre o país, comove com sua leitura infantil sobre lugares, culinária, lazer e brincadeiras, se destacando é claro, o campeonato de pipas como sendo a diversão mais esperada do ano.&lt;br /&gt;A fidelidade e a coragem de Hassan, que contrasta com os conflitos e a timidez de Amir, ensinam muito de relacionamento, de ceder ou viver em função de alguém. Uma fidelidade que não teme nem a morte, quando toda conjuntura do Afeganistão é profundamente e barbaramente alterada pela tomada de poder dos talibãs.&lt;br /&gt;Cnotraditoriamente, Amir nunca conseguiu se comportar a altura, e mesmo quando esteve diante da oportunidade de se redimir, o conflito, o medo e atimidez foram maiores, se agigantaram de tal forma, que tornou-se incapaz de corresponder. este mundo de amizade entre o Amir, rico e letrado, cheio de imaginação, e o Hassan, pobre, inocente, mas valente e de dignidade supra, ensina de tudo um pouco.&lt;br /&gt;Aprendi muito com a leitura deste livro impressionante, recomendo da mesma forma, como uma maneira de enxergar oriente médio além do "barril de pólvoras", do povo "pobre coitado" que precisa de conversão. Porque é evidente que ele precisa de conversão como qualquer outro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ronilso Pachco&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-4544442009133654289?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/4544442009133654289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=4544442009133654289' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/4544442009133654289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/4544442009133654289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/02/um-livro-para-gerar-um-outro-olhar.html' title='Um livro para gerar um outro Olhar'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcJU1KbqkaI/AAAAAAAAAAY/hLhH7k4N0Do/s72-c/o+ca%C3%A7ador+de+pipas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1671199307947278358.post-4304962382401084789</id><published>2007-02-01T12:46:00.000-08:00</published><updated>2007-02-01T12:48:36.962-08:00</updated><title type='text'>Um olhar sobre a América... e sobre Deus</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcJRuabqkZI/AAAAAAAAAAM/XF1qayvxziU/s1600-h/AmÃ©rica.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5026669991910085010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcJRuabqkZI/AAAAAAAAAAM/XF1qayvxziU/s320/Am%C3%A9rica.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Recentemente, li um artigo brilhante, um dos mais brilhantes que já li, intitulado "Por Onde Deus Caminha na América Latina?", escrito pela teóloga Ivone Gebara, para o site da Adital. Fui marcado pelo conteúdo do texto, pelo tamanho e a profundidade do alcance de sua reflexão. Em parte porque talvez nunca tivesse pensado, ou ousado pensar em Deus, sobre essa perspectiva, olhando para o meu continente. Por um lado, sou amante incondicional da América Latina, do seu cinema, sua literatura, sua arte, e, principalmente de sua música, de sua riqueza, por outro, sou, ou ao menos me considero, engajado no desafio de somar forças no desafio de comunicar a visão de Deus para mundo, para minha geração, e por que não, para o meu continente.A pergunta de Gebara me toca, porque também gostaria de saber, por onde Deus aqui anda, mas não evidenemente questionando que Ele nos tivesse abandonado, mas corroborando a curiosidade de para onde foi, ou é, que nós, que a América Latina o relegou. É questão de saber qual é, onde se encontra, o caminho do caminhante.Não enxergo com tanta simplicidade as dissertações sobre mundo pós-moderno, pós-tudo, multiculturalismo, e outras nomenclaturas tão atraentes quanto claras. E acho que não o faço porque a perspectiva latina não me permite com tanta facilidade. Minha geração habita um mundo complexo, minha geração é maioria na América latina e Caribe e... acreditem, nossa contemporaneidade não apresenta tanta simetria com o planeta além do Atlântico-Pacífico.O artigo da senhora Gebara fala de um Deus que no mínimo se expressa em diversidade de rostos simples... eu acrescento sobre Deus se expressando na riqueza de linguagens diversas do povoado diverso, que compõe nossa terra do México a Terra do Fogo. No mundo inteiro... há uma geração que no fim... pergunta por Deus de alguma forma. Na América Latina ele caminha, mesmo quando não é observado, porque quando isso acontece, passa a ser o desafio de seus "acompanhantes" indicar como alcançá-lo, e a melhor forma de ser alcançado por ele, em estado de liberdade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ronilso pacheco&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1671199307947278358-4304962382401084789?l=ronilso.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronilso.blogspot.com/feeds/4304962382401084789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1671199307947278358&amp;postID=4304962382401084789' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/4304962382401084789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1671199307947278358/posts/default/4304962382401084789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronilso.blogspot.com/2007/02/um-olhar-sobre-amrica-e-sobre-deus.html' title='Um olhar sobre a América... e sobre Deus'/><author><name>Ronilso Pacheco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11780369943792472440</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_2u3ZnroYwsU/RcJRuabqkZI/AAAAAAAAAAM/XF1qayvxziU/s72-c/Am%C3%A9rica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
